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A formação das monarquias nacionais julho 12, 2011

Posted by portaldoestudante in História.
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  As rígidas estruturas do sistema feudal dificultavam sobremaneira o crescimento e desenvolvimento da principal atividade burguesa, o comércio. A existência de diversas moedas, pesos, medidas, tributos, leis que variavam de feudo para feudo prejudicavam os comerciantes. Havia, portanto, um grande interesse por parte da burguesia para que se instituísse  um governo centralizado, unificado, que suplantasse o poder da nobreza (senhores Feudais)  de modo que as leis, os impostos, moeda etc tivessem abrangência nacional.

  Da mesma forma, o Rei, cuja autoridade fora até então reduzida pelos senhores feudais (nobres e clero) buscava se reerguer, instituindo um governo centralizado em sua pessoa, subjugando clero e nobreza.

  Deste modo, a partir do século XI forma-se um espécie de aliança entre rei e burguesia. O rei buscando a autoridade máxima e de caráter nacional, procurando instituir leis, moedas, tributos e um exército nacionais (e suplantar a ordem feudal que descentralizara o poder) e a burguesia objetivando a unificação de mercados, moedas, pesos, medidas, tributos etc, de modo a facilitar sua ativividade, diminuindo custos e possibilitando a expansão do comércio. Essa aliança é o que levará ao processo de formação das monarquias nacionais e à quebra do feudalismo.

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Funcionários dos Correios oficializam fim da greve julho 22, 2008

Posted by portaldoestudante in Notícias.
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Quinze Estados, o Distrito Federal e o interior de São Paulo votaram hoje pelo fim da greve dos funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT). Este quorum, segundo o estatuto da Federação Nacional dos Trabalhadores em Correios (Fentect), é suficiente para oficializar o fim da paralisação, iniciada no dia primeiro.

 

Outros Estados e a cidade de São Paulo realizam ainda hoje assembléias para votar a proposta fechada no sábado entre a Fentect, a diretoria da empresa e o ministro das Comunicações, Hélio Costa. A Fentect já apresentou ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), esta tarde, o acordo negociado no sábado. O acerto estabelece o pagamento definitivo de abono de 30% para 43 mil carteiros da distribuição e coleta externa, um abono de R$ 260,00 mensais para outros 16 mil funcionários e a suspensão do desconto dos dias parados, que serão compensados com banco de horas de trabalho.

 

A previsão do ministro Hélio Costa é de que em dez dias todas as entregas estejam normalizadas. Até sexta-feira, 130 milhões de correspondências não haviam chegado aos seus destinatários.