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AIDS não mata!!! março 6, 2008

Posted by portaldoestudante in Sem categoria.
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A AIDS é um retrovírus, ou seja, possui RNA e a enzima Transcriptase reversa, que juntos produzem DNA, enquanto o normal é produzir RNA através do DNA. Ela afeta os linfócitos (glóbulos brancos, anticorpos).

O envoltório do HIV se funde com a membrana plasmática do linfócito e entra na célula. Seu envoltório é destruído pelas enzimas celulares, liberando, assim, o seu material genético no hialoplasma da célula. Em seguida é feito a síntese de DNA, que se incorporará ao material genético do linfócito, passando a controlá-lo. A partir daí são feitos novos RNAs viróticos e um novo vírus HIV é produzido. Esse novo HIV irá destruir o linfócito e será liberado para o organismo, podendo matar mais glóbulos brancos.

Perceba que a AIDS não afeta nenhum órgão, ela mata linfócitos, diminuindo ao máximo a imunidade do aidético, de modo que se qualquer doença, por mais simples que seja, afetar o paciente, essa se tornará grave e o matará.

Em suma, são as doenças oportunistas que matam o HIV postitivo, e não a própria AIDS. 

O HIV atua de modo semelhante ao vírus bacteriófago.

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1. RAFA - março 27, 2008
Psicanálise, Psiquiatria, Sexo e Doenças Pois é amigo, o homem conhece o sexo dito normal, ou seja o sexo papai-mamãe, conforme mandam as santas escrituras. Mas fora a heterossexualidade, quantas outras alternativas sexuais existem ou se praticam? E por que algumas ou quase todas essas alternativas sexuais são vistas como pecado? De onde saltou fora no mundo ocidental essa idéia corrosiva e destruidora de pecado mortal em relação a certas práticas sexuais? Perguntas interessantes, não é? É claro que essa torpe idéia de pecado mortal saltou fora de acréscimos desonestos inseridos por escribas e editores dos livros do Antigo Testamento, como por exemplo, Esdras, Neemias & Cia. Como todos sabem, afora o sexo papai-mamãe, existem a prática homossexual, a masturbação, o sadomasoquismo, o bestialismo, o sexo incestuoso e muito mais. No Ocidente a idéia de sexualidade normal ser exclusivamente heterossexual se implantou por uma uma imposição bíblica. É que os escritores e redatores de livros que constituem o Antigo Testamento nos deram entender que a prática da homossexualidade, da masturbação, do sexo com animais, com membros da própria família eram condenados por um deus personificado e rancoroso que também matava ou mandava matar. E, por conseguinte, só podiam ser iguais a pecados mortais. Não que a homossexualidade, a masturbação, o bestialismo etc. etc. sejam melhores ou mais virtuosos que o heterossexualismo. Claro que não, a humanidade existe por causa da prática deste último. Mas também não precisavam exagerar em relação à pretensa morbidez de outras práticas sexuais. A simples prática masturbatória pode resultar em doença ou em algo parecido? Por que ela até bem pouco tempo, digamos 70 ou 80 anos atrás era considerada uma prática condenatória e indutora de doenças físicas? Segundo os livros ANTIPSIQUIATRIA E SEXO, e NÓS, A LOUCURA E A ANTIPSIQUIATRIA, o que a prática masturbatória, masculina ou feminina poderia resultar? Em loucura? Sim ou não? Não, a masturbação quando comedida ou praticada do “modo esportivo, sem sentimentos de culpa”, não faz mal algum. Todavia, as tolices que se pensam a respeito, principalmente se elas estiverem ligadas a sentimentos de pecado da Bíblia, essas sim que fazem mal. Por falta de aviso e conhecimento e por pensarem besteiras em excesso, quantos (as) adolescentes antigamente simplesmente enlouqueciam porque se masturbavam e depois abusavam de seus sentimentos e pensamentos negativos. Quanta garota burra, estando menstruada, e tendo-se molhado com uma água muito fria, vamos dizer, sua menstruação parou, e a mãe dela, mais burra ainda, vaticinou que isso faria subir a menstruação à cabeça e ela iria enlouquecer. E por incrível que pareça, antigamente não poucas garotas acabavam enlouquecendo, só por que insistiam em pensar ansiosa e persistemente nisso! 1) Atualmente a prática homossexual tornou-se culpada do implante do vírus HIV da AIDS. Mas será verdade que uma prática sexual não muito bem vista pela sociedade poderia resultar num mal ou numa doença tão grave? Claro que não, amigos! É só ler meu trabalho AIDS, uma História mal Contada, para nos darmos conta de que a tese que sustenta que se adquire AIDS pela prática exclusiva da homossexualidade é uma infâmia ou uma mentira grotesca. Esta tese é o pior crime que a medicina política ou de saúde pública cometeu nos tempos modernos. E ela (a tese, os pensamentos e as condutas desastradas) tem matado muita gente e continua matando. 2) Por que será que toda e qualquer prática sexual aparentemente parece resultar em doença sexual, tipo gonorréia, sífilis, cancro mole, herpes genital,. AIDS etc. Existem realmente germes específicos que desencadeariam essas doenças sexuais, os quais atacariam o homem por puro azar? (A prática sexual por ser um Fazer-Sentir que se envolve em muitas emoções, sentimentos e pensamentos incriminatórios, além de incluir atuações desastradas, pode resultar em reações cármicas, as quais, frente a um doutor, exageradamente racional, se traduzem como se germes e doenças fossem. Menos mal que para tais pretensas doenças já existem paliativos ou remédios. Só que modernamente falando, a virtude sexual que também mantém a saúde sexual decaiu ainda mais, daí porque alguns, por praticarem uma homossexualidade enlouquecedora, regada com drogas, podem até mesmo acabar ficando aidético, não porque pegaram o vírus HIV que não existe, mas porque criaram em si mesmos causas e condições totalmente desfavoráveis e destruidoras). 3) O que há atrás da prática sexual, tão boa, tão satisfatória e que resulta na perpetuação da espécie, mas que aparentemente, quando exacerbada ou desvirtuada parece resultar em doença, ou parece dar cabida a germes patogênicos que desencadearão as doenças? (Ora, nada mais do que a Lei do Carma que diz: o bem e o mal que para outros fizeres, para ti mesmo o estarás fazendo, e o bem e o mal que para ti mesmo fizeres, tu mesmo o colherás. Nisso tudo entra também a Lei da Geração Condicionada que diz: Isto sendo, em pensamento, aquilo aparece, acontece, se objetiva, se materializa, se concretiza, se para tal executares o ato intencional e mesquinho. Isto não sendo pensado aquilo não aparece, não acontece, não se objetiva porque para tal não se pratica o ato intencional). 4) Por que o pensamento ligado à prática sexual dita anormal resulta em neuroses e em psicoses ou loucuras? E por que o pensamento em todos nós se apossa do sexo e se mete a ditar normas de boa conduta, de má conduta, de virtude e de pecado etc. quando esse pensar exagerado sempre resulta em doenças nervosas ou em doenças mentais? (Ora, por que o pensamento nunca foi uma atividade mental impecável e virtuosa. Nunca foi um tertium organon que resulta em bom entendimento e boa conduta. O pensamento em todo nós é um ladrão e salteador, é uma atividade mental defasada, caduca e ineficaz. Daí porque o mundo só nós ensina o quê pensar, e isso é muito ruim, porque viramos gramofones desafinados. Nunca ninguém nos ensina como pensar e quando parar, para que tal mal pensar não resulte em doenças corporais e principalmente em psicoses {loucuras} e em neuroses. A mente do homem não foi feito para pensar. E sim foi feita para Sentir, Saber, Intuir, Atuar, Amar, atividade existenciais e psicológicas essas que só se dão ou se cumprem Aqui e Agora, fora do tempo e nunca no tempo. Pensamento é tempo e tempo é pensamento. O pensamento só reina feito tempo e só parece cumprir-se no tempo. Memória é o ontem. Imaginação é o amanhã e o raciocínio é falso hoje de 24 horas. Tudo isso acaba constituindo nossa prisão existencial). 5) Afinal o sexo nos foi dado para botar filhos no mundo ou também está presente para obsequiar alguma compensação, algum prazer à raça humana, independentemente dos filhos? Por que será que a prática sexual pode abrir as portas do paraíso e também, geralmente, abre as portas do inferno? (Se todos nós pudéssemos praticar o sexo sagrado ou o maithuna, certamente constataríamos que o sexo também pode abrir as portas do paraíso e não somente as do inferno. Um sexo vulgar e exacerbado, não importa se hetero ou se implica qualquer outra prática sempre acaba em decadência, doenças, velhice e morte. E isso de certo morto pode ser igualado ao próprio inferno. Tampouco acredito que um sexo bem comportado tipo papai-e-mamãe e que acabe gerando muitos filhos seja lá uma grande virtude. É só ver os dissabores que um excesso de população mundial acarreta, como modernamente falando está já acontecendo. Para melhor se informar a respeito da prática sexual correta, leiam tratados de sexologia de bons médicos e psicólogos modernos, ou senão leiam tratados de tantrismo e lá saberão o que é o sexo sagrado). Sem Cérebro é Impossível Pensar, com o Cérebro também! Em meu livro Antipsiquiatria e Sexo, editado em 1983 pela Editora Record, do Rio, e hoje esgotado, num trecho ligado ao funcionamento do cérebro ou fisiologismo cerebral, escrevi o que vem abaixo e que acho oportuno reproduzir e acrescentar a este meu tópico sobre medicina e psiquiatria. : “Amigos, tudo o que o pensamento elabora a partir do segundo momento em diante ou depois (tempo), isso é só pensamento-imagem e pensamento-discurso. Uma faceta do pensamento engendra fantasmagorias e a outra faceta do mesmo pensamento as reconhece e discorre a respeito. E é exatamente aí que a impressão-convicção de cérebro pensante aparece ou se levanta. Sem essa dupla atividade pensante-pensada, nenhuma objetividade cerebral e pretensamente material poderia ser reconhecida e explicada depois. Mas alguém ainda poderia alegar que o cérebro é uma realidade inquestionável, e que evoluiu e se aperfeiçoou ao acaso, como ensina a ciência, até resultar num complexo recipiente (ou cadinho) de reações químicas e bioquímicas.O pretenso DNA ao influenciar na formação do cérebro é o próprio acaso enganador e não moléculas químicas ou substância material. E pode essa brutal mentira resultar em algo? Estas reações químicas e bioquímicas, segundo a Ciência, traduziriam o impulso vital (ou a própria Vida, o Caráter, o Ser do Indivíduo. (Argh!, pois sim!), e que ao nosso intelecto se traduziriam como pensamentos, emoções e percepções cerebrais. Mas esta pretensão de que a química cerebral pode resultar em pensamentos e percepções, a fim de que essa mesma química cerebral, depois possa tornar-se cônscia da própria química cerebral, minha ou do próximo, isso só podia caber nos delírios e desvarios racionais de um cientista louco. Tal química conhecendo química é só desonestidade e hipocrisia do ego-pensamento em todos nós. São só opiniões e nada mais. Entrementes, vejam só como opiniões científica, transformadas em “provas” aparentes, têm feito mais mal do que bem. A pretensa evolução temporal das espécies, o amadurecimento do cérebro dos animais e homens e seu aperfeiçoamento no tempo, por sua vez, também são pensamento ou discurso estapafúrdio. A pretensa bioquímica cerebral (hormônios aqui, hormônios ali, enzimas, coenzimas e o escambau), transformando-se em pensamento, em sentimentos e em percepção, para por fim tornar-se cônscia de um cérebro químico, primeiro atuando no próximo, graças ao método de experimentação da ciência, e depois, em mim por extensão inferencial, isso também é pensamento engendrando embustes, faz-de-conta, e depois reconhecendo-os e explicando-os. E diga-se de passagem, são pensamentos extremamente sujos e mentirosos, os que, em ciência, desencadeiam toda uma engrenagem de atos nefastos e calamitosos, mas desculpada pelas falsas verdades psiquiátricas e neurológicas da ciências e da medicina A pessoa-ego ou até mesmo o Indivíduo Verdadeiro (SER) não é fruto de um quimismo cerebral de merda. Essa massa melequenta chamada cérebro com seu pretenso quimismo fazem parte do quinto, sexto, sétimo momento existencial em diante. O ego-pensamento forjador de todas essas mentiras pretensamente materiais faz parte do segundo momento, e o Indivíduo Verdadeiro, ou a Mente Pura, a Consciência-SER surge Aqui e Agora, totalmente livre do tempo. “O pensamento sempre consegue se intrometer quando é fora do Instante Primordial ou a partir do segundo momento em diante (tempo, ou antes-durante-depois). Aí dá-se o começo da enjambração e a posterior corroboração, a qual, depois, um cientista desavisado, chama de “Descoberta!”… Todavia, se eu tiver em minha mão um cérebro morto de alguém, ele não provará coisíssima alguma. Sou eu quem, pensando e falando por ele, acreditarei provar alguma coisa a respeito. (Pois sou eu que te vejo, e vendo-te, me vejo, ó cérebro de merda, e vendo-me, te faço!…) Mas para tal terei que vestir esse Isto-Desconhecido e momentâneo (ou pretenso cérebro de alguém) com meus próprios véus pensantes-pensados, engendrando assim algo (o cérebro dele) imaginariamente, e depois terei que executar o ato intencional que consubstanciará minha pretensa “descoberta”, reconhecendo-a enfim por meio de um conhecimento indireto e indiretíssimo. A sutilidade pensante (ou ego-pensamento), as intenções, decisões, meu agir propositado ou contaminado sempre se colocam antes de qualquer “descoberta”, “prova”, resultando num dado externo aparente tipo “A” ou tipo “B”. Os engendramentos lógico-racionais aí são sempre bipolares, tipo certo ou errado. A ‘materialização’ e ‘comprovação’ de minha atividade ego-pensante sempre vem depois, ou sempre aparece a partir do terceiro, quarto, quinto momento em diante. Tal ‘prova’, contudo, é fruto do pensamento ou é o próprio pensamento estruturante concretizando-se graças à execução do ato proposital. “Admitamos agora que eu pudesse pegar alguém e o submetesse a uma anestesia prévia, depois abrisse seu crânio e expusesse a massa melequenta ou uma coisa que depois chamo cérebro – com isso transformaria o pretenso cérebro de meu próximo em objeto de análise. Essa é uma típica intromissão nefasta da Ciência, em sua eterna pretensão de bem conhecer. – Cuidado, porém, que as interferências cirúrgicas dos neurocirurgiões, desde que não se igualem às de um Dr. Frankenstein e sim tenha um propósito terapêutico veraz são outro assunto, malgrado também tenham seus aspectos delicados e negativos… O ‘querer-conhecer’ do pesquisador mórbido nada tem a ver com o ‘saber-curar’ ou remediar de muitos médicos bons… “Digamos, ainda, que eu submetesse um paciente qualquer a uma análise de suas pretensas ondas elétricas cerebrais, graças a um eletroencefalograma. Ou também efetuasse nele uma cintilografia, uma tomografia, uma ecografia etc. Ou ainda, se pegasse um pobre animal e o submetesse ‘humanística e bondosamente’ (sic) a uma vivissecção craniana, para maior glória de minha vaidade e falsa sabedoria, atitude essa que rotulam de progresso científico…Pois bem, se eu fizer tudo isso, em nenhum momento o suposto cérebro alheio, objetivado, irá informar algo por si mesmo. Eu, ego bandido, é que, pensando e agindo intencionalmente, acreditarei arrancar disso que está em minha frente ‘revelações enganadoras’, e que só aparecem ou se objetivam porque eu provoco seu aparecimento. Amigos e homens desavisados, apercebei-vos ou dai-vos conta de que nenhum ECG informa nada de por si, nenhum cintilógrafo, Rx, nenhum aparelho de ecografia, nenhuma cirurgia craniana etc., e nem pode. Para isso tem que haver sempre o intérprete pensante, o prévio pesquisador científico, culturalmente condicionado, e que, graças aos seus raciocínios e conduta inconseqüente (em momentos criminosa), acreditará estar traduzindo tais supostas ‘descoberta’ em palavras corretas, termos impecáveis, códigos e normas científicas etc. “Meu cérebro, mesmo que encarado como objeto material, nunca me disse nada, nunca me incutiu ou me sugeriu nada, nunca me sussurrou que dele provinha o pensamento. Algum panaca, ouvindo isso poderá alegar: ‘Um momento, doutor, mas meu cérebro agora está me declarando que é ele quem pensa!’… E aí então eu teria que retrucar: “Ó fulano capeta, quem foi que te disse que isso que acabas de ouvir desde o teu íntimo é a própria química cerebral em ti que está fazendo confissões? Por que não poderia ser o teu ladino, safado e criminoso ego-pensamento, não cerebral, te enganando e mentindo sempre?… “Pois é, antigamente e de modo bem contrário, uma lógica-razão aristotélica, por exemplo, alegava, com ou sem razão, que o pensamento provinha do CORAÇÃO. Depois porque tornou-se conveniente ao discurso interior, o pensamento mudou de lugar e de “órgão”. Foi sempre o pensamento ou o raciocínio, cuja origem é a SOMBRA do Desconhecido quem me incutiu ou me sugeriu (inferência) que ele próprio (pensamento) tinha como causa e origem uma coisa que estava numa extremidade do corpo Depois tal sombra, que poucos sabem ser estruturante e discursiva, intrometendo-se ainda mais onde não deve, batizou a extremidade corporal com o nome cabeça, crânio etc. Num passo seguinte, o pensamento, roubando Vitalidade da Ação Pura e do Sentir e Entender Perfeitos em Mim, levou-me a olhar com cobiça (desejo de conhecer) essa tal extremidade. Graças à influência disso, “eu” quis descobrir o que havia na cabeça do próximo ou na minha própria. Mais tarde, sempre graças à intromissão do pensamento discursivo, vi-me obrigado a atuar de modo que minha ação intencional e maculada, acabasse abrindo o crânio de meu vizinho, cujo interior, para mim, até então era Desconhecido… O interior da cabeça e que era e é o próprio Desconhecido, sob minha ação interferente e pensante, aparentemente tornou-se reconhecível sob o aspecto de uma pasta esbranquiçada, que batizei com a palavra cérebro ou sistema nervoso central, ou ainda central nervosa. “Nesse momento, o ego-intelecto-mente em mim, ao invés de sugerir-me honestamente: ‘Olha, isso que vês é o que engendraste há pouco, e é também o que estás pensando agora (discorrendo). Isso é apenas o fruto da sombra do Desconhecido. São tuas próprias interferências ou artimanhas. São sobreposições que elaboras e sustentas de modo contínuo, no espaço e no tempo, e que ‘tu’ mesmo (ego) és, para finalmente acreditares na tua própria comédia e a ela te submeteres feito um pretenso conhecedor!’ Pois é, mas se o intelecto-razão fosse tão bom assim, assim sempre deveria nos alertar. Mas ao contrário, o pensamento ou o juízo em mim, levando-me a crer que estou enriquecendo meu conhecimento, far-me-á concluir (visando seu próprio reforço) que esse é o órgão responsável pela origem da existência significativa, da inteligência e compreensão, da sensação e ação motora. “O mais engraçado de tudo é que, nessa conclusão ladina, o pretenso órgão objetivado do pensamento ou o suposto cérebro de meu vizinho mesmo assim nunca provou nada por si mesmo, sempre permaneceu calado e inerte. Se ao menos aquela ‘coisa exteriorizada’ (cérebro) por meio de um sentir próprio revelasse alguma coisa, algum indício sensorial-intuitivo, algum som, movimento, odor, alguma visão especial, ainda daria para suspeitar de que, quem sabe, tal ‘coisa’ realmente fosse o órgão da inteligência. Mas esta inteligência humana é SENTIR-SABER-INTUIR e este último é um Conhecimento Direto. Portanto, ele nada revela a respeito do pretenso objeto cerebral, tampouco denuncia o que é falso, pois não discursa, não raciocina ou não rumina mentalmente, enquanto que o pensar é sempre conhecimento indireto (e indiretíssimo), ou é simplesmente reconhecimento, e por que não falsidade em não poucas vezes. “Foi a partir de um pretenso ente esperto, astuto, ladino, e por que não desonesto, que as conclusões pensantes-pensadas a respeito do cérebro se levantaram. Todavia, o grande EU em mim, com Essência e tudo o mais (ou Consciência-Ser), continua desconhecido, enquanto que algo em mim, feito um ego-pensamento, tudo pretende provar, explicar, impor. Mas o que ‘eu’ explico, provo, descubro, imponho etc., é sempre pensamento meu, a sombra do Desconhecido. E desse modo foi montada a farsa dialética do raciocínio, da lógica e da razão (e até mesmo do pensamento mágico) aplicado à Psiquiatria, Psicanálise, à Neurologia, e inclusive aplicados à Ciência em geral, aliás, a esta mais do que ao resto. “Evidentemente certos cienticistas, certos neurologistas, psiquiatras, psicólogos, médicos, biólogos em geral, normalmente presos a seus preconceitos e condicionamentos mentais, lendo estas minhas denúncias e alertas, poderão se irritar bastante e, ao invés de compreenderem em silêncio, se não me caluniarem disto ou daquilo, um deles poderá levantar inclusive a seguinte suposição, com uma vontade louca de pô-la em prática. ‘Mas, e se eu te anestesiar, se abrir teu crânio e efetuar em ti uma extirpação de lobos cerebrais ou se fizer uma lobotomia, tu certamente pararás imediatamente de pensar, e com isso não ficaria provado que o pensamento do teu próprio cérebro provém?’… “Diante de tamanha desonestidade dialética, diante de tanta maldade e prepotência científico-experimental, própria de alguém que é escravo total de sua erudição e de seu ego-pensamento, só me restaria protestar com veemência, defendendo-me e assim exclamando: ‘Um momento! Chega de aplicar o monstruoso e, em momentos injustificável método científico de experimentação nas espécies vivas, no próximo, e que julgas uma simples coisa ou um dado meramente material, uma reação química!… Chega de maltratar e agredir os demais, só para alcançares ‘provas’ que convêm sempre aos teus interesses e raciocínios mesquinhos!… Por que haverias de continuar destruindo e matando o que te parece objetivo, só para que os teus pontos de vista fiquem prevalecendo sempre?… Até quando insistirás em transformar o mundo inteiro à condição de cobaia, só para te certificares de que teus pensamentos se fundamentam e que estás com a razão?… Nesse caso, a tua razão é a pior das criminosas, mormente se ela resulta em dor e em destruição alheia!… Entrementes, se de fato queres conhecer se o pensamento em ti provém ou não do cérebro, descobre isso em ti mesmo, pelo que fizeres, sentires e concluíres, se for o caso!…Já que és incapaz de te autoconheceres pela introspecção e meditação, aplica em ti mesmo o método científico de experimentação, no qual tanto confias, e vivencia-o na própria carne, de modo bem sentido e intensamente, se puderes!… E já que te parece tão válida a idéia da origem cerebral do pensamento, então, sem qualquer anestesia, pega um bisturi, uma serra elétrica e outros apetrechos mais, e corta a calota óssea da tua cabeça. Expõe teu cérebro e depois corta um lobo cerebral para ver se teu pensamento cessa!… Mas que monstruosidade estou te sugerindo, não é? Mas o que pretendes fazer nos outros ou em mim também não é uma monstruosidade? Tudo o que quiseres fazer no próximo sente-o primeiro em ti mesmo, já que gostas tanto de pensar a respeito do que fazes no próximo, para daí arrancar conclusões pensadas… Sente em ti mesmo o horror que queres praticar para transformar isso em raciocínio, falsa cultura e pensamento estúpido E toma isso como norma… Quem foi que te disse que uma conclusão pensada e arrancada do próximo é mais válida que uma conclusão bem sentida (e sofrida) e arrancada de ti mesmo?’ Dirás: ‘Mas é claro que fazendo o que me sugeres, pararei de pensar e ficarei aleijado para o resto da vida, isso se não morrer antes!…’ ‘Muito bem –, retruco eu! Isto que dizes pode ser apenas um pensamento teu, não emanada pelo cérebro, pode ser uma mentira, elaborada pelo ego-ladrão e salteador da raça humana!… Vive em ti mesmo essa monstruosa experiência, isto se, é claro, puderes superar os impedimentos do SENTIR transformados em DOR lancinante e que a Vida vai levantar contra os teus raciocínios, contra as tuas intenções e decisões tresloucadas!’…SENTIR transformado em alegria e dor, eis a Verdade. Forjações pensadas e objetivadas transformadas em colocações, juízos e falsas provas, eis a mentira. ‘Evidentemente – acrescento eu –, jamais conseguirás levar a cabo tal experimento em ti mesmo, porque a Vida autêntica ou o doloroso Sentir te impedirá no meio do caminho de prosseguir em tua louca decisão e ação pensada… Pois é, meu caro cientificista, não crês que a Vida em seu suposto aspecto objetivo não sofre tanto quanto tu, ou mais? E que (falsa) resposta a Vida não te dará se a atormentares dessa maneira, no próximo ou em ti mesmo? Pára de pretender descobrir absurdos que não existem ou que se aparecem é porque os forjastes primeiro! “De qualquer modo, se efetivamente não pensasses, jamais levarias a cabo tal gesto. Mas se não pensasses egoisticamente também não ficarias querendo vasculhar a cabeça do próximo ou o cérebro de muitos animais, ou das pobres cobaias vivissecadas a fim de descobrires as tuas próprias extrojeções, a materialização dos teus argumentos e que só favorecem teus raciocínios, os quais em última instância, são mesquinhez e intenções pervertidas…És sempre tu quem arranca ‘descobertas e provas’ pensadas de qualquer investigação objetiva que fizeres. E tais ‘frutos, provas e conclusões’ alcançadas, em última instância, não são o segredo que a Natureza te oferece ou te confia, para que teu conhecimento se enriqueça. Isso são apenas sobreposições e extrojeções que do teu pensamento provêm e que o cumprimento criminoso do ato intencional consubstanciou ou materializou. “Para te compreenderes melhor, só há uma possibilidade: de modo espontâneo e tranqüilo pára de pensar tanto, obviamente sem que haja qualquer intenção egotista atrás disso. Começa a observar-te sem críticas a formar. Começa a meditar a respeito do teu orgulho e conhecimento precário, sem pretender encontrar nada de modo premeditado. Isso eqüivale a se silenciar, e O QUE É ou a VERDADE, quem sabe, revelar-se-á por si mesma. “E mais, se ainda insistires em querer conhecer o que é o pensamento, ou se é o cérebro quem pensa, auto-agride-te,. Arrebenta tua cabeça, expõe teu próprio cérebro, corta parte dele, isso se puderes superar e agüentar o Sentir-dor.. Vivencia essa monstruosidade em ti mesmo e constata por tua própria experiência se depois disso há uma parada no teu pensar ou não…, isso supondo que tal loucura pudesses efetuar. “Por conseguinte, diante desse novo enfoque, pergunta-se qual o valor real, eficaz e espontâneo das desonestas experiências biológico-laboratoriais de um Claude Bernard, de um Pavlov & Cia, ou de toda uma equipe norte-americana, japonesa etc. constituída de falsos gênios, a arrebentar aqui e estourar lá, e que só fica revelando via TV mentiras e mais mentiras a respeito do cérebro, e sua possibilidade de sentir e pensar. “Em verdade, meu cérebro, por ser essencialmente Desconhecido, nem pensa nem não pensa. Ele nada pode revelar por si mesmo. Se achas que eu penso porque tenho cérebro, essa é apenas uma conclusão boba de tua parte, própria de um julgamento inferencial. E se achas que vou parar de pensar porque me mutilas cerebralmente, esta, além de ser uma conclusão pensada, será também uma crueldade levada a cabo com o propósito de ‘provar’ ou tornar ‘concreta’ uma tese que só vinga porque lucubras ou raciocinas adoidadamente. As pobres cobaias que o digam… E por favor, não me venhas dizer que estou pregando misticismo, filosofia, loucuras, pois Entender tudo desse modo sim que é Ciência da mais pura!… Só quem se compreende a si mesmo conhece bem o resto, e conhece também o que é isso que, em última análise, chamas conhecimento ou ciência do mundo. “Voltando, portanto, ao início de minha exposição, pergunto, se não houvesse elucubração se intrometendo sempre, em outras palavras, se nas aparências não existisse a maldita sombra (ego-pensamento) que do Desconhecido parece provir, que seria a ‘atividade psíquica’, senão uma frase capciosa? Livre do julgamento conceitual, inferencial ou sem o raciocínio distorcendo tudo, o que é um ser humano? O que é um cérebro? Uma presença concreta ou uma aparência dependente? Entrementes, sempre que fizermos o jogo das palavras e do intelecto ambos corresponderão a um caos infindável de opiniões; mas de acordo com a Verdade mais pura, atividade psíquica, ser humano, cérebro são Vida, Desconhecido, Silêncio sadio, mil possibilidades e revelações, desde que não sofram agressões e deturpações. “Não eqüivale ao supra-sumo da petulância ou ignorância erudita afirmar enfática e dogmaticamente: ‘O pensamento é o próprio cérebro em atividade! Não há pensamento fora do cérebro!…’ , como sempre fizeram muitos cientistas organicistas? E por que não acrescentar e aclarar também que com o cérebro que a Ciência apresenta, ‘prova’ e descreve é impossível pensar? Essa aparência que redundou em cérebro é em realidade um fim de mundo de pareceres, opiniões enlouquecedoras, bilhões de descrições e falsas provas que não conduzem a nada. Quem duvida disso, que estude a Neurologia e Fisiologia cerebral e se certifique… E se com essa aparência de cérebro é impossível pensar – porque o cérebro reconhecível é sempre pensado pelo pensamento, ele é sempre ego-pensamento interferindo – de que maneira essa aparência cerebral pode ficar sujeita a doenças exógenas ou endógenas, como alega e diz ‘provar’ a Psiquiatria? Por isso, impossível ou quase impossível será tentar curar o cérebro com substâncias químicas. E se o ego-pensamento monta tantas patifarias objetivadas, acrescidas ao suposto cérebro que se reconhece, não teria ele capacidade inclusive de forjar uma perturbação no equilíbrio mental de alguns desatentos, perturbação essa que nada teria a ver com o cérebro? Tudo isto sugere mais uma vez que o ego-pensamento não é vítima das doenças mentais que sempre se supôs, mas sim é o causador. Sim o ego-pensamento é o causador de todas as psicoses e neuroses, de todas as equizofrenias e até mesmo das epilepsias, mal de Parkinson, Mal de Alzheimer etc,. Cuidado, porém, que ninguém se meta a encarar o ego-pensamento como um criminoso, face ao qual um pretenso e falso justo qualquer (também ego) se levantará para combatê-lo. O ego-pensamento é um fantasma que como fantasma tem que ser visto e compreendido; só depois disso é que ele se some, desaparece ou sem transmuta, ou pelo menos diminui de importância, voltando atrás da Consciência-Ser (‘vade retrum’).. “O Sentir-Saber-Intuir essencial de alguma maneira denuncia o ego-pensamento… E como vimos, é sempre o ego quem engendra a impressão de cérebro material e não o Sentir-Saber-Intuir, falsa impressão essa que é uma imagem mental sustentada intimamente, e é extrojetada, sobrepondo-se ao fato em si altamente dinâmico, mutável e, por isso mesmo, Desconhecido. E é sempre o ego-pensamento que de alguma maneira suscita desequilíbrios mentais e emocionais, se não isso, autodeprimindo-se murcha (depressão) ou auto-exaltando-se à toa, se hipertrofia (paranóia). E é sempre ele quem suscita a dolorosa impressão de perturbação mental. Por outro lado, de que serve a calamitosa e dogmática certeza de inúmeros pesquisadores científicos, se ela só nos leva à prepotência e à maldade? Se o Sr. Dr. Claude Bernard, em seu tempo, não houvesse raciocinado de maneira tão condicionada e de modo tão cartesiano, que significado teria tido para ele um corpo, livre de qualquer raciocínio? E sem a intromissão deturpadora do pensamento, quem foi que disse que um corpo não pode funcionar sem órgãos? Ou quem disse que o corpo só pode funcionar com a presença de determinados órgãos, sendo tanto o corpo quanto o órgão essencialmente Desconhecidos? “É tolice declarar intelectualmente, graças à intromissão de bilhões de preconceitos mentais: ‘Não pode haver função mental sem cérebro, nem cérebro sem função pensante…’ Em última análise, cérebro e corpo conhecidos, função e pensamento são falsas dualidades da lógica-razão, ou são as intromissões do próprio pensamento discursivo. “Muito mais sábio foi Sócrates que declarou: ‘Só sei que nada sei!’… E a mais pura honestidade em nós só pode concluir: ‘Não sei o que é cérebro, não sei o que é corpo, não sei o que é órgão, não sei o que é função, mas desconfio daquilo que em mim (ego) tudo pretende conhecer…’ De qualquer modo, cérebro, corpo, função, órgão, mundo, matéria, alma etc., se são a Verdade, também são silenciosos e se acomodam muito bem à sua legítima condição de Desconhecido. O pensamento ou raciocínio é o único que pretende conhecer, pretende decifrar todo o resto com palavras, frases, conceitos, discursos mortos e atitudes calamitosas… E no entanto, como o raciocínio se melindra se a Verdade ou se um Entendimento mais apurado o surpreende trapaceando. Sabe que com essa denúncia ele vai perder toda a sua importância e suposta validade!… E aí, então, apelará para a calúnia, para a dialética, para a mistificação, para a ofensa, além de insistir no engano, na mentira, na crueldade, na deturpação e demais armas de seu nefasto arsenal de ineficácias intromissoras. As Doenças, o Médico e o Paciente Amigo, que desgastantes lutas encetamos para extinguir os supostos males (pensados) que pretensamente nos afetam! E no entanto, quanto mais se luta para eliminar o que julgamos mau e pernicioso, mais esse hipotético inimigo feito doenças se reforça. E por que isso? Porque todo fim, todo término, toda extinção é uma falácia que, a caro custo, só vinga numa situação virtual e que é exatamente nossa situação vital refeita, situações fictícias essas que se sobrepõem a nível pensante-pensado. De acordo com esse enfoque haveria então uma Autonatureza, Divina e Incondicionada, que não depende de nada nem de ninguém, pois Ela já seria Deus em Manifestação e haveria uma falsa natureza sobreposta pela ignorância primeva, natureza totalmente dependente, totalmente condicionada, ou seja, um falso mundo parcialmente enjambrado pelo pensamento do homem. Os começos, meios e fins da vida condicionada são fantasmas e mais fantasmas que o pensamento engendra e depois afirma e nega, fantasmas que subsistem graças ao nosso descuido, ao nosso agir desastrado, graças ao nosso mal pensar, o qual é pai de todos essas fantasmagorias. Tais fantasmas subsistirão também e principalmente graças à reiterada execução do ato intencional. Estarei falando de loucuras completas? Amigo, nunca te informaste a respeito do Hinduísmo, Taoísmo e Budismo, que são tradições extremamente sábias, são filosofias e sabedorias muito mais antigas que qualquer Ciência Moderna? Pois lá no Oriente essas denúncias não são tão loucas quanto te possam parecer. Não sabias amigo, que todas as manobras do pensamento vulgar em cada um de nós – pensamento esse que todos usam com facilidade e descuidadamente, mas ninguém no fundo conhece o que é – eqüivalem a por a Lei da Geração Condicionada em funcionamento, cujo enunciado é o seguinte: (Cuidado, isto não é conversa fiada). “Isto sendo, em pensamento, aquilo aparece, acontece, se objetiva, se sobrepõe, se para tal se executa o ato intencional. Isto não sendo pensado, aquilo não aparece, não se objetiva, não se sobrepõe.” E a propósito, haverá fantasmas piores do que os cânceres, as leucemias, a AIDS etc., possivelmente engendrados e materializados pelo pensamento, graças a essa Lei? Numa Autonatureza Incondicionada nada começa, nada se origina, nada continua, nada se esconde, nada fica escondido para ser descoberto por cientistas, nem nada termina. Em termos reais, tudo palpita e tudo se renova, mas fantasmas do pensamento espaço-temporalizados se sobrepõem. Num caso assim, toda “descoberta” do mal, traduzida como a presença do germe, do vírus, do parasita, em suma da doença causa-efeito e toda extinção do mal ocorrem tão-somente num faz-de-conta. Sucedem num nível pensante-pensado que é exatamente o nosso mundo cotidiano. Todas as descobertas científicas são apenas engendramentos humanos que se extrojetam e se sobrepõem. Num caso assim, temos que escolher quais desses engendramentos menos prejudicam ou mais ajudam, e descartar tudo o que prejudica e mata, por equivaler a magia negra. Tanto o pretenso começo enganador de algo quanto sua falsa extinção são regidas pela Lei da Geração Condicionada ou Lei da Interdependência. Num mundo parcialmente reconstruído pelo pensamento a pessoa pensante depende do objeto pensado e vice-versa. Estes dois, tomados isoladamente não são absolutamente nada. Mas a pessoa mal pensante é a que sempre engendra seu objeto e fica opinando a respeito, e inclusive atua propositadamente para pretensamente provar suas enjambrações.. E a tal pretensa extinção não faz desaparecer o fantasma-doença, o fantasma-germe, o fantasma-vírus, apenas o reformula ou o transforma em algo mais. Daí a medicina científica, ao lidar com aparências ou só com enganadoras objetividades supostamente materiais, às vezes é uma calamidade sem par. E a propósito desse enfoque médico enganador e prejudicial, pergunto-te, paciencioso amigo, quando é que um parasita, um germe, um ultravírus HIV da AIDS se extingue, se anula? Quando Existe? (Mas essas mentiras microbiológicas podem existir Aqui e Agora?. E foram criadas por quem? Pelo Deus persona barbudo e mal humorado que o pensamento inventou ou pelo muito pior Deus acaso da ciência) Ou quem sabe o germe, o vírus, o parasita se extingue quando jamais existiu, nem no passado, nem no falso presente de 24 horas nem no futuro? É muito bom levar em conta que um germe microscópico, seja qual for, nunca Existe em Si, mas só aparecerá diante do observador ou médico em total dependência ao que ele pensa. Só parecerá fazer-se presente numa total dependência, graças a um pensar capcioso tanto do doente (mal pensante) como do médico condicionado para tal, condicionamento esse que constitui seu fundo mental ou Campo de Consciência Sensorial Científico. E isso estará presente numa falsa percepção erudita. Tal pretenso germe se fará presente graças a um enxergar viciado, graças a atos intencionais executados astutamente e graças ao reconhecimento. Todas essas manobras constituem exatamente o famoso conhecimento indiretíssimo das coisas, do qual a Ciência Moderna tanto usa e abusa. Além deste existe o conhecimento indireto do povo em geral e o Conhecimento Direto que só o verdadeiro Sábio sabe usar, e certas crianças usam espontaneamente. Esses germes sempre estão na dependência do pensamento do osbervador-cientistas; e toda objetividade ou tudo o que depende de algo mais, isso simplesmente não existe. Portanto, os germes como sempre dependem do cientista pensante, em si mesmo não são nada. Cuidado, isto não é uma mera inferência ou uma conclusão intelectual. Os germes sempre parecem durar, persistir, envenenar, destruir e matar, quando, contrariamente a isso, qualquer um poderia dar-se conta que se algo dura, persiste além do momento presente, é porque isso simplesmente não é nada, isso não existe, ou então isso é algo eternamente paralisado, ou ainda não é uma coisa única, mas sim um rosário infinito de algo(s) pluralizados, isto é, mentiras e mais mentiras, astutamente sobrepostas. Tais germes, meu caro amigo, lamento dizê-lo, são somente um perigoso mal pensar, um enxergar viciado, um atuar capcioso e um reconhecer ou conhecimento indiretíssimo. Essas mentiras microscópicas nunca existiram nem existem por si mesmas. Sem o cientista, sem o microbiologista, sem o médico observador pensante, esses germes sempre pensados e reconhecíveis não são nada. Esses faz-de-conta pretensamente microscópicos só se fazem presente ou só se objetivam ao nosso péssimo enxergar-reconhecer já condicionado. Tais pretensos germes nunca foram Realidade em Si, e sim são uma presença em dependência. São uma interdependência entre sujeito e objeto, os quais são sempre uma pessoa mal pensante e uma pretensa micro-coisa pensada. Portanto e repetindo, meu amigo, se determinado e fantasmasgórico ultravírus HIV da AIDS, ou se determinada célula cancerosa destruindo as demais, ou ainda se tal célula pretensamente destruída pelo HIV se fazem presentes ao nosso pensar, ao nosso enxergar viciado e condicionado, ao nosso atuar propositado, reconhecer, ou se se apresentam objetivamente no corpo do próximo, num doente, mas só num nível supostamente microscópico do corpo desse mesmo doente, quando é que todas essas mentiras começaram a aparecer, e graças a quem apareceram? No passado? E desde quando inexistências passadas se prolongam até o momento presente? E mais, se toda superposição é regida pela Lei da Geração Condicionada, “Isto sendo, em pensamento, aquilo acontece, aparece, se objetiva, se sobrepões, quando para tal se executa o ato intencional etc.., essas fantasmagorias microbiológicas sobrepostas não poderiam ser apenas fruto de um mal sentir do paciente? Não poderiam ser fruto de um péssimo raciocinar e concluir do paciente e do médico? Ou também ser fruto de um intencionar e se decidir tempestivo do profissional em medicina? Fruto de um agir ardiloso e nada humano desse mesmo médico? E ainda fruto de um (mal) enxergar e reconhecer desse mesmo profissional? E finalmente fruto de uma bobeira generalizada tanto do doente, quanto da medicina, da família, do meio, da Sociedade, do mundo e assim por diante? Achas que não, amigo? É claro que sim! Presta atenção! Toda pretensa doença começa desta maneira: “Penso bobagens e a seguir executo atos contra mim mesmo, prejudicando-me sobremaneira. Por causa disso começo a sentir-me mal. Por causa desse mal sentir, sempre mal pensando concluo ter adquirido isto ou aquilo, maligno ou não, contaminando-me. A seguir, comunico ao médico o que sinto e o que acho que tenho. Ele, profissional, recebe meu sinal inferencial e lhe aplica o método da experimentação científica. Transforma meu mal em dedução e indução científica. Manda efetuar diversos exames para ver o que é isso que eu supostamente tenho. E todos, ao meu redor, passam a atuar de modo proposital, querendo me ajudar. E, quando se atua intencionalmente, eu, que só pensei bobagens, que me auto-agredi e me prejudiquei, leve ou gravemente, por causa do médico que atuou por mim e contra mim passei a ter o que nunca poderia ter (uma doença, leve ou grave), porque na Vida É-se, mas não se pode ter, não se pode possuir, posto que nada dura e tudo se renova.” Sim, lamentavelmente, as fantasmagorias sobrepostas só passam a prevalecer quando a Lei da Geração Condicionada ou Dependente é posta em funcionamento, numa perfeita interdependência médico-paciente. Daí a fantástica responsabilidade do médico, do doutor. Amigo, para que esse germe, parasita ou vírus deixe de se sobrepor objetivamente, não seria melhor que esse “quem” (ego chorão e pretensamente vítima no paciente e ego sabe-tudo no médico) se diluísse um pouco, primeiro e desaparecesse depois, dando lugar a um Ser mais inteligente? Que ego é esse que no profissional jura pensar corretamente, jura agir de modo adequado, jura enxergar a nível microscópico objetividades reais, jura reconhecê-las, jura ficar harmoniosamente cônscio dessas objetividades pretensamente deletérias, cancerosas, aidéticas, quando estas, na verdade, são apenas contradição ou são o outro pólo sobreposto de toda essa intromissão pensante-pensada, constituída por uma pessoa pensante e um objeto pensado? E se tais objetividades pretensamente deletérias, se tais doenças são o outro pólo sobreposto do próprio ego-pensante, da pessoa observadora, por que o ego aí se atribui o papel de salvador da pretensa vítima, o papel de juiz, e começa a descrever objetivamente aquilo que ele mesmo ego é? Ou seja, ele, ego, ladrão e salteador subjetivo, é também a própria objetividade diante dele, ou é as pretensas células cancerosas, aidéticas, os germes bandidos, as doenças objetivas, sobrepostas, acrescentadas e tudo o mais? Se “esse ego” no homem que, mal pensando sempre reconhece, descreve e afirma a célula doente, ou senão “descobre”, descreve e afirma os pretensos germes não se ausenta primeiro, graças ao Dar-se Conta, graças ao Autoconhecimento desse mesmo Homem, como é que o efeito faz-de-conta (célula doente, germes, doenças) desaparecerá, se a causa aparente (e que é o observador-pensante) permanece de modo contínuo ou não se anula, mesmo que contra tal fantasma ele pretenda lutar? Pois é, amigo, é bem estranha essa conversa toda, não te parece? Ainda mais quando há tantos bons médicos que honestamente só querem ajudar o próximo. Mas não é contra eles que eu, escrevo e falo. A benevolência e a honestidade desses já é um antídoto para que a Lei da Geração Condicionada não atue para pior. Abençoados sejam esses médicos honestos e bem intencionados. De qualquer modo, meu caro amigo, os supostos efeitos deletérios, chamados parasitas, germes, vírus, ultravírus, células cancerosas, leucêmicas etc. poderão sim ser suplantados e aparentemente anulados de outro modo. Bastaria descobrir até que ponto o pensamento ajuda e até que ponto o mesmo pensamento mata. E isso não é uma questão de positivismo ou negativismo pensante-pensado. Todavia, como a causa (homem criador de doenças, não importa se paciente ou se médico) permanece, tais pretensos fatores deletérios permanecerão de outro modo. E se a falsa vítima (doente) e terapeuta desavisado (certos médicos) fazem força para se manter só dentro da vigência desse enfoque materialista lamentável, esse círculo vicioso nunca se romperá e as fantasmagóricas doenças continuarão onde nada pode continuar, porque nada se origina, nada evolui e nada termina, mas tudo se renova. A Propósito de AIDS e seu Fantasmagórico Agente Etiológico, o Vírus HIV Amigo leitor, sabias que na cidade de São Paulo existe uma associação chamada TAPS (ou Temas Atuais na Promoção da Saúde) e que, entre outras coisas se encarrega de estudar a AIDS de outro modo, que não o científico ortodoxo, e principalmente critica a visão científica da AIDS com fundamento? Os membros dessa Associação, quase todos de nível superior, e de outras associações similares mais, espalhadas no mundo inteiro que se encarregam de denunciar todas as patifarias ligadas ao diagnóstico e à mercantilização da AIDS. Uma TAPS por exemplo faz um criticismo científico sadio e muito oportuno, contra os paladinos defensores da AIDS e também, principalmente, contra a vulgarização das doenças infecto-contagiosa e respectivos tratamentos, às vezes tempestivos e inadequados. Para quem possa se interessar o endereço da TAPS (Temas Atuais na Promoção da Saúde) é: Caixa Postal 20396 – 04041, São Paulo, SP. Tel: (0xx11) 582.0466 – Fax: (0xx11) 572.0465 Email: taps@tsp.com.br — Site: http://www.taps.org.br. A TAPS faz pouco tempo enviou-me diversos pequenos livros, impressos, polígrafos etc. que tratam da visão médico-científica da AIDS, questionando-a e criticando-a. Os renomados especialistas de associações mundiais similares a essas, como, digamos o Prof. Peter Duisberg, o Dr. Luc Montagnier não relutam em criticar a visão acadêmica da AIDS, à moda deles, é claro. Negam que o HIV provoque a síndrome, e provam o que dizem. Alegam com justiça que são outros fatores mais os que contribuem para que a síndrome se instale… De minha parte, eu, EB, critico a AIDS de outro modo, e para escândalo de muitos digo que nem a célula nem o vírus existem. A caro custo elas aparecem num faz de conta, de uma maneira totalmente dependente. As entidades microbiológicas não existem em si porque não foram criadas, porque não há nada que dure, persista para se apresentar como a ciência diz, porque nada é substancial ou material, com essência própria, porque tudo muda de momento a momento, e toda aparência chamada fenômeno científico fica na total dependência do observador pensante, o médico cientista, no caso. Mas fora minhas colocações que reputo importantíssimas e que são apresentadas em meu livro AIDS, Uma História Mal Contada, ou AIDS, Quem Ganha, Quem Perde, daquilo que a TAPS gentilmente me remeteu, tenho em mão um importantíssimo opúsculo denominado O Diagnóstico da AIDS – Uma Visão Crítica para Soropositivos, escrito pelo Dr. Alfredo Embid (Coordenador da Revista de Medicinas Complementares, e membro da Associação de Medicinas Complementárias de Madri). Para tal, então vou pedir a permissão a esse renomado profissional e corajoso pensador para reproduzir em alguns trechos de seu notável opúsculo a respeito da AIDS: O Primeiro tratamento que um pretenso soroteste positivado deve receber é a informação honesta e correta: não obstante isso, tal pretenso contaminado costuma dizer: — A medicina diz que sou soropositivo, que estou contaminado pelo vírus da AIDS. — Falso! Ser soropositivo não significa estar contaminado pelo vírus HIV. Pode-se ficar soropositivo pelos mais diferentes motivos e inclusive por diversas outras doenças mais. — Mas o médico disse que a minha defesa orgânica está fraca! — O médico aí não sabe o que diz nem tem certeza do que diz. Apenas mal observa, infere, deduz o que não deve. E sem se aperceber, lamentavelmente induz a síndrome em você. — Meus linfócitos T4 estão baixos! — Falso! Os linfócitos T4 não são a defesa específica da AIDS. Eles não são nada. (Aliás, de acordo com E.Bono, os T4, 4DT nem existem) — Disseram-me que com muita sorte posso viver uns dez anos! — Falso! A cada ano que passa, esses anos de sobrevivência vão aumentando cada vez mais. — Ouvi dizer que 10 a 20% dos que se apresentam soropositivos não desenvolvem a síndrome. 80 a 90% portanto ficariam fatalmente doentes e acabariam morrendo. — Falso! Acontece exatamente o contrário! Apenas 10 a 20% dos soropositivos acabam desenvolvendo a síndrome ou um conjunto de doenças que constituem esse quadro. — Disseram-me que o único tratamento contra o HIV é o AZT mais outros medicamentos anti-retrovirais, como o coquetel. — Falso! Por meio da receita médica, o AZT é o causador da AIDS, e o laboratório farmacêutico que o fabrica e o comercializa está sendo acusado de assassinato perante os tribunais ingleses. — Recomendaram-me entrar em contato com os grupos Anti-AIDS para ser ajudado, para receber apoio, para ser esclarecido! — Falso! Os grupos anti-AIDS são financiados por instituições safadas, por secretarias e governos nem sempre honestos, e pela indústria da AIDS, motivo pelo qual todos eles recomendam a esses grupos que não questionem a hipótese científico-oficial da AIDS, além de induzirem os pretensos soropositivados a que tomem os remédios (ou os venenos) oficialmente indicados, tipo AZT. — Avisaram-me que os tratamentos alternativos são uma fraude! — Isso é verdade para alguns tratamentos, mas não para todos! Existem tratamentos cientificamente documentados para cada uma das doenças que definem os quadros da AIDS — Não é indiscutível que o HIV causa a AIDS? Toda a comunidade científica não estaria de acordo em relação a isso? — Falso! Muitos cientistas, entre eles há prêmios Nobel, questionam a hipótese oficial. No último debate na AAAS, Associação Americana para o Progresso da Ciência — em que a maioria dos membros é partidárias da hipótese oficial — não conseguiram refutar os argumentos dos cientistas dissidentes!… O que existe de positivo no soropositivo? Os testes não significam a presença do vírus. Não medem nem detectam o HIV. Os “testes de HIV” — segunda a hipótese oficial –, medem, no melhor dos casos, a presença dos anticorpos (isto é, a presença da pretensa defesa orgânica ou imunológica contra o HIV). Os anticorpos não são evidência inequívoca da presença de um vírus, nem permitem profetizar uma doença virótica. Ao contrário, os anticorpos neutralizam e restringem os vírus e bloqueiam-nos em suas atividade. O teste Elisa produz resultados falsamente positivos: E teste Western Blot que apresenta reações cruzadas tampouco é válido. O teste Wester Blot (WB) apresenta reações cruzadas (pelo menos) nas seguintes situações, as quais fazem com que salte fora um resultado errôneo ou uma falsa soropositividade. • um indivíduo em cada 150 pessoas sãs; • em 13% das pessoas com verrugas; • em 41% dos pacientes com esclerose múltipla; • na desnutrição grave; • em forte exposição ao esperma por via anal, ou seja nos homossexuais passivos que recebem abundante esperma de parceiros. (As mais diferentes proteínas do esperma são absorvidas via retal e, por causa disso, sem qualquer vírus HIV presente, tais proteínas presentes na circulação sanguínea podem suscitar uma falsa soropositividade); • nas infecções múltiplas; • na artrite reumatóide; • na tuberculose; • na malária; • geralmente em estimulação repetida por antígenos, (isto é, pela introdução de agentes infecciosos propriamente dito ou contaminação, pela introdução de proteínas estranhas, via transfusões sanguíneas ou ejaculações no canal anal etc. Todas essas conclusões denunciatórias são uma síntese dos trabalhos apresentados por Eleni Eleopulous, biofísica do Royal Perth Hospital, e outros colaboradores do serviço de urgências e do departamento de patologia da Universidade da Austrália. A Propósito do Cérebro Pensante Alerta a Sabedoria do mundo: “Sou eu que te vejo, [ó cérebro de merda!], e vendo-te feito um pretenso objeto, em verdade me (ego) vejo, e vendo a ti em verdade vejo a mim falso ser ou ego pensante, e graças a isso, te faço, pois vejo-me obrigado a executar o ato intencional, pois quero te pegar, te possuir, te abraçar, feito um Narciso da Mitologia! Ou também: Sou eu que te vejo, ó cérebro de merda, e vendo-te me vejo, pois eu e tu somos não dualidade, já que não estamos separados, nem tu és tão passivo assim como pareces ser. Eu, ego, sem ti não existo e tu, objeto, sem mim também não existes, pois somos apenas interdependência aparente. Sou eu que te penso ou te extrojeto, sou eu que te reconheço fora. Eu, ego safado, te revisto como quero. Tu objeto na minha frente és minha contraparte muda. Eu no entanto falo e discorro a teu respeito e imponho minha opinião a terceiros. Tu objeto és sempre meu sinal inferencial e acabas sempre me obrigando a executar o ato intencional para que acabe te possuindo ou te rechaçando. Com esse atuar propositado, te faço, te arremato, te consubstancio, te concretizo, ó droga dependente, ó cérebro de merda, ó meios fisiológicos do conhecimento idiota!…” Se todo objeto ficou provado por si mesmo, previamente, tal como o absurdo objeto-mundo-universo da ciência dizem teria se provado, como conseguiu provar-se? Evidentemente, pareceu ficar provado só graças ao pensamento no homem e também devido à sufocação e subjugação do SER Humanizado. E por causa das invencionices humanas, (teses e antíteses religiosas, filosóficas e científicas), essa pretensa objetividade (universo) não consegue se defender. Bem, mas nesse detalhe os filósofos e cientistas não refletiram. No começo simplesmente acreditaram ver uma coisa (universo, natureza) à sua frente (conhecimento indireto), que os sacerdotes diziam haver sido criada por um Deus inventado pela cabeça deles, no passado… Com o passar do tempo, discordando dos religiosos, os cientistas aceitaram a coisa como se fosse algo material, indiscutivelmente verdadeiro, oportuno ao existir deles, coisa material e separada do sujeito, e mandaram o criador, o Ele, deus-persona dos sacerdotes ou senão o demiurgo, às favas. E para explicar a origem, continuidade, a persistência, decadência e morte das coisas, puseram no lugar do deus objetivado dos religiosos o deus acaso da ciência. Tal acaso, teria então se transformado em leis físico-químico-matemáticas naturais a dirigir a orquestra cósmica, leis que inclusive interfeririam no mundo objetivo e subjetivo (matéria-cérebro) de acordo com os determinismos matemático-físico-químico-biológicos inventados pela cabeça do homem. E então tais leis deterministas, tudo fizeram, tudo montaram, tudo ajeitaram… Pois sim, digo eu, ignorância maior nunca se viu, minha gente!’” O cérebro pensado e pretensamente objetivado, se posto diante dos meios fisiológicos do conhecimento de determinada pessoa pensante ele é sempre uma presença muda. Mesmo que pouquíssimos saibam disso, tal pretenso cérebro é tão somente a contraparte da própria pessoa-ego pensante, a qual sutilmente extrojetou previamente tal cérebro pensado e depois fazendo propositadamente alguma coisa o concretizou, o materializou e acabou reconhecendo-o. Tudo o que for reconhecido e dito a respeito da objetividade ou da massa melequenta chamada cérebro é tão somente subjetividade ou pensamento dessa mesma pessoa, pretensamente analítica e perscrutadora. Esse algo-cérebro objetivado não fala por si mesmo nem revela nada por si mesmo. Ele depende da contraparte subjetiva pretensamente pensante, falante lucubradora, forjadora de sobreposições, de pareceres, a qual vai impor suas opiniões, custe o que custar, mormente se for cientista ou cientificista. A Propósito do Palavrão Merda Quero alertar também que quando qualifico as palavras científicas cérebro ou o DNA com uma outra palavra de baixo calão tipo merda, não o faço por total desprezo ao cérebro ou aos cromossomas em si, se é que existem como tais. Não estou dando uma de Platão que desprezava totalmente a objetividade, o corpo. Sequer defendo o idealismo platônico e o ponho contra o materialismo científico. Em verdade, eu não suporto nem um nem o outro. E no entanto, este materialismo, por causa da ciência moderna, tornou-se excessivamente criminoso (ou quem sabe inconseqüente), coisa que o idealismo filosófico jamais chegou a tanto. A meu entender o Isto-Objeto Primevo pode existir, sim, livre de laços e de acréscimos supérfluas. Agora que seus revestimentos sejam um engodo, um conjunto de mentiras, aí é outra estória. Se cérebro e DNA existem ou até mesmo se eles só aparecem, mesmo assim eles são o Desconhecido e não só merda. No caso, merda são as explicações intelectuais de certos homens, são as pretensas possibilidades, qualidades, propriedades, virtudes, fisiologismo, hereditariedade restrita a bolinhas etc. etc. do cérebro e do DNA, e que eles com toda certeza não possuem, as quais não passam de invencionices da cabeça humana desatenta e desavisada. Merda então é a cabeça mal pensante de certos homens que exageram nas suas arrogâncias e invencionices. ________________________________________ O vírus HIV pode não ser a causa da AIDS O HIV é um vírus inofensivo? A AIDS é não contagiosa? Os testes HIV/AIDS são inúteis? As medicações para AIDS estão matando os pacientes? “Até hoje não há nenhuma evidência científica realmente convincente para a existência do HIV. Nunca tal retrovírus foi isolado e purificado pelos métodos da virologia clássica” Dr. Heinz Ludwig Sänger, Emérito Professor de Biologia Molecular e Virologia, Max-Planck-Institutes for Biochemy, München, Alemanha “Dominado pela mídia, por grupos de pressão especiais e por interesses de várias companhias farmacêuticas, os esforços institucionais da AIDS para controlar a doença perderam contato com o espírito aberto, com a ciência médica de exame e reexame, desde que a não provada hipótese HIV/AIDS recebeu 100% de todos os fundos de pesquisa enquanto todas as outras hipóteses foram ignoradas.” Dr. Ettiene de Harven, Emérito Professor de Patologia, Universidade de Toronto, Canadá “A sentença de morte que acompanha o diagnóstico de AIDS deve ser abolida.” Dr. Alfred Hässig, (1921-1999), antigo Professor de Imunologia na Universidade de Bern, Suíça, e antigo diretor do Banco de Sangue Suíço da Cruz Vermelha. Mais Citações RECOMPENSA DE £ 1000 PARA QUEM CONSEGUIR PROVAR QUE O HIV EXISTE Os dados que você vai ler a seguir representam uma pequena introdução ao tema, e foram extraídos e traduzidos de http://www.virusmyth.net, sítio da internet que reúne, por um grande esforço pessoal de seus criadores, mais de 1.200 páginas e acima de 850 artigos com informações sobre a controvérsia científica existente a respeito do HIV ser ou não o agente causador da AIDS. Em 1984, nos Estados Unidos, Robert Gallo do America’s National Institutes of Health e, na França, Luc Montagnier do Instituto Pasteur, declararam, independentemente, que haviam descoberto o agente causador da AIDS, o retrovírus HIV (Human Immunodeficiency Virus). Não obstante, o bioquímico norte-americano Kary Mullis, ganhador do Prêmio Nobel de Química em 1993 pela invenção do teste PCR (Polymerase Chain Reaction), técnica usada em testes de AIDS, afirma, desde 1994, em diversos artigos, que não há provas de que o HIV seja o causador da AIDS. Kary Mullis, Bioquímico (Estados Unidos), ganhador do Prêmio Nobel de Química em 1993. Ele afirma: “Se há evidência que HIV causa AIDS, devia haver documentos científicos que, ou sozinhos ou coletivamente, demonstrassem aquele fato, ao menos com uma alta probabilidade. Não existe tal documento.” (Sunday Times, London, 28/11/1993) As declarações de Kary Mullis são muitas vezes embasadas em trabalhos publicados de outros pesquisadores, e muitas de suas afirmações são feitas em conjunto com outros cientistas. Mullis declara, entre outras afirmações, que não existe nenhum relato científico que prove que o HIV é a causa da AIDS. Afirma também que, mesmo em pacientes em estágio avançado de AIDS, com baixa contagem de células de defesa T4, apenas uma em cada 40 células T4 é morta pelo HIV, o que não seria suficiente para causar a AIDS, visto o “exército” de defesa do organismo, neste caso, possuir 40 “soldados” vivos para cada 1 morto diretamente pelo HIV! Kary Mullis declara que, quando perguntado sobre o que, na opinião dele, causa então a AIDS, responde que acredita que o sistema imunológico é como um camelo: se você carregá-lo demais, ele não suporta o peso. Ou seja, Mullis afirma que a AIDS poderia ser simplesmente o resultado de infecções subseqüentes e múltiplas por várias doenças (nós poderíamos citar como exemplos gonorréia, sífilis, hepatites, etc.), contraídas por relações sexuais com múltiplos parceiros: se um indivíduo com hábitos promíscuos tem relações sexuais com 300 parceiros diferentes durante 1 ano, e cada um destes parceiros, também em promiscuidade, teve relações com outros 300, fazendo a conta veremos que o primeiro indivíduo teve, na verdade, indiretamente, relação sexual com 90.000 parceiros diferentes em 1 ano! Assim, Mullis declara que este indivíduo acaba tendo 90.000 vezes mais chance de entrar em contato com incontáveis tipos de diferentes agentes infecciosos do que o indivíduo que tem apenas um parceiro sexual. Podemos inferir, destes fatos, que o indivíduo promíscuo passa o tempo todo, durante o ano, se tratando das doenças sexualmente transmissíveis que contrai continuamente, como gonorréia, sífilis, e outras e, por isto, é obrigado a tomar, também de forma contínua, antibióticos e outros medicamentos, que certamente causam grande mal ao organismo como um todo. Kary Mullis declara que, como um camelo carregado com peso demais, o sistema imunológico não tem capacidade de responder a tantas doenças, e chega um determinado momento que este camelo literalmente “arreia”. Paralelamente a estas contínuas infecções, o indivíduo promíscuo, muitas vezes, é ativo consumidor de drogas e possui péssimos hábitos alimentares, o que deprime ainda mais o sistema imune de seu organismo. “Eu penso que zidovudine [AZT] nunca foi realmente avaliado de maneira correta e que sua eficácia nunca esteve provada, mas sua toxicidade certamente é importante. E eu penso que ele está matando muitas pessoas. Especialmente em doses elevadas. Eu pessoalmente penso que não tem valor usá-lo sozinho ou em combinação de qualquer modo.” (Continuum, Outubro de 2000) Dr. Andrew Herxheimer, Emérito Professor de Farmacologia, U K Cochrane Centre, Oxford, Inglaterra Kary Mullis também declara que o AZT (Azidothymidine), estaria levando à morte, desnecessariamente, qualquer soro-positivo de HIV, uma vez que, segundo ele, não há provas de que o HIV cause a AIDS, sendo este medicamento, segundo Mullis, de toxicidade mortal. De fato, o AZT (Azidothymidine), foi criado na década de 60 para tratamento quimioterápico de câncer, e é reconhecidamente depressor do sistema imunológico. Mullis afirma que o AZT tem capacidade de matar o HIV, e, ao mesmo tempo, impedir a multiplicação de todas as células do seu corpo, inclusive das células do sistema imunológico T4, ou seja, as próprias células que se declara serem o alvo de ataque do vírus HIV: Mullis afirma que o AZT fará você adoecer. Kary Mullis declara ainda que, na quimioterapia para o tratamento de câncer, a administra
2. vilmar ramos de bitencourt - julho 2, 2010

Li o seu artigo e fiquei impressionado, pois tudo o que tem saído na mídia até agora, fala sobre o vírus da AIDS e seus malefícios. Gostaria de ter acesso a uma bibliografia idônea, efetivamente, não manipulada, para entender melhor tudo isso. Há de fato pura manipulação pelas indústrias farmacêuticas e por cientistas vendidos? Por favor, me indique as fontes mais importantes sobre o assunto. Atenciosamente, Vilmar.

3. Pati - agosto 30, 2011

Burros do caralho , abram os olhos!!!!!!!!!! Deixem de ser ignorantes porra.

A verdade à frente dos nossos olhos e nós não a queremos ver…

http://www.worldproutassembly.org/archives/2007/12/aids_the_great.html

4. ermeson - junho 14, 2013

e verdade adorei por que a aids tem cura sim, !
o cokitel invez de eliminar o virus hiv ele faz e destruir o sistema imuni o AZT e a droga que paralisa o sistema ai o virus aproveita
uma fasar ! gente nâo e atoa que a auto hemoterapia esta proibida por que ele e uma chave para a cura da aids e a junta com auto terapia ! e uma tratamento com ervas ex planta aveloz mutanba cana do brejo unha de gato vou posta um video para mostrar para vc s como si prepara a cura meu irmâo esta curado da aids
!


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