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Posts de Julho 15th, 2008

Greve dos Correios não é justificativa para atrasos de pagamentos

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

SÃO PAULO – Segundo o IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), a greve dos correios não deve ser usada como justificativa para o não pagamento de contas. O Instituto recomenda ao consumidor que entre em contato com a empresa credora e solicite outra forma de pagamento ou prorrogação do vencimento.

Caso, depois de contatada, a empresa não disponibilize nenhuma outra forma de pagamento (como segunda via, envio de fax ou e-mail) e o consumidor receber a conta com cobrança de encargos, os valores poderão ser questionados.

Além disso, a entidade alerta que, se o consumidor sofrer qualquer tipo de prejuízo devido a atrasos na entrega de algum serviço contratado diretamente nos Correios, ele terá direito de pleitear ressarcimento.

Alternativa
Vale lembrar que quem tem contas a pagar, e não encontrar uma agência dos Correios aberta, pode fazer o pagamento nas agências bancárias, nas casas lotéricas, em alguns supermercados credenciados, via home banking e até via mobile banking.

E quanto aos serviços de entrega, há a alternativa de se procurar por serviços alternativos, como lembra a advogada da Pro Teste – Associação de Consumidores, Karin Veloso: “Se não for possível a substituição por fax ou e-mail, o consumidor deve procurar outras empresas de entrega que concorrem com o próprio Correio”, diz.

A greve
Sem trabalhar desde o início da manhã da última terça-feira (1), a categoria reivindica a adoção de um novo PCCS (Plano de Carreiras, Cargos e Salário), nova política de participação nos lucros e incorporação de 30% referente a um adicional de periculosidade.

De acordo com a assessoria de imprensa dos Correios, até o início da manhã desta quarta-feira (2), a greve já atinge 40% de um total de 55 mil trabalhadores do setor operacional, sendo o estado de Pernambuco o que apresenta maior adesão (80%). Em São Paulo, os números são de 20% de paralisação na capital e 15% no interior.

Com a paralisação, estão suspensos os serviços de Sedex 10, Sedex Hoje e Disque Coleta.

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Com 108 milhões de cartas atrasadas, greve dos Correios pode chegar ao fim

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

Prazo termina às 12h do dia 17 e, caso não haja acordo, o dissídio irá a julgamento; Fentec fará outra proposta

SÃO PAULO – A paralisação dos funcionários dos Correios, que já dura 15 dias e causa o atraso de cerca de 108 milhões de correspondências e 365 mil encomendas, pode chegar ao fim ainda esta semana.
Representantes da Fentec (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares) e dirigentes dos Correios têm até às 12h da próxima quinta-feira (17) para dizer se aceitam ou não a proposta apresentada durante reunião de conciliação realizada no TST (Tribunal Superior do Trabalho) no início da manhã desta terça-feira (15).
Proposta
A proposta apresentada pela ECT e intermediada pelo ministro do TST, Rider Nogueira de Brito, estabelece uma gratificação mensal e definitiva de 30% sobre o salário-base pago proporcionalmente às horas efetivamente trabalhadas em serviços de coleta e entrega.
Além disso, a nova proposta prevê a exclusão dos carteiros do PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) 2008 e garante o pagamento de 50% do salário relativos aos dias de paralisação.
Caso não haja acordo até a data estipulada, o dissídio irá a julgamento. O relator sorteado foi o Ministro Maurício Godinho Delgado.
Fentec
Por meio de nota, a assessoria de imprensa do sindicato informou que a entidade deve apresentar uma proposta alternativa, que após passar por aprovação das assembléias estaduais será apresentada à ECT e ao TST.
A categoria reivindica a adoção de um novo PCCS, de uma nova política de participação nos lucros e a incorporação dos 30% de abono, referente a um adicional de periculosidade.
A assessoria também informa que a mobilização de cerca de 600 trabalhadores em frente ao palácio do Planalto deve continuar nesta terça-feira.
A paralisação conta com a adesão de 18% do total de 108 mil funcionários e de 27% dos 53 mil carteiros, de 21 estados mais o Distrito Federal, pode chegar ao fim na próxima quinta-feira (17).

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COMO FAZER UM PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DE SEU TEMPO?

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

Nossas atividades diárias se multiplicam dia após dia e têm que caber no mesmo espaço de tempo que já era pequeno para as outras atividades. Mas será que isso não tem solução?

Sim, tem solução! Para você fazer um planejamento estratégico do seu tempo e conseguir um aliado nos estudos, selecionamos as principais dicas para que consiga adminstrar seu tempo de estudo, de lazer, com a família, enfim, tudo que é importante em sua vida. 

Este Guia lhe dá o caminho para iniciar a adminstração de seu tempo, lembrando que o resultado dessas dicas, para que você possa usufruir de seu tempo de forma adequada, depende muito de sua força de vontade e de alguns sacrifícios inciais, mas que lhe trará uma qualidade em todas as suas atividades de maneira tranquila, uma vez implantado o planejamento.

Sugerimos começar lendo a página de introdução e continuar pelos demais itens da seqüência abaixo, pois estas informações são importantes para a compreensão deste Guia.

Desse modo, mais uma vez, o que sinceramente esperamos é poder contribuir com este apoio importante nesta fase em que o estudante tem que administrar para se desdobrar para ser um bom estudante, um bom amigo, um bom filho, um bom empregado…   Boa leitura!

   
Acesse as páginas na seqüência:
 

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Veteranos se tornam calouros

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

Os grisalhos na sala de aula já não são só os professores. Milhares de pessoas acima dos 50 estão na universidade em busca de um novo caminho – ou apenas de uma atividade para ocupar o tempo livre

O agrônomo Luis Antonio de Andrade, entre seus colegas de turma na Fundação Getulio Vargas: aos 50 anos, ele conseguiu concretizar o sonho de estudar direito e arranjou até estágio na procuradoria do estado: "Acham que eu sou procurador"

Quando Leda Tella abriu a porta da sala no primeiro dia de aula, a classe fez silêncio. Os estudantes pensavam se tratar da professora, mas era mais uma aluna do curso de direito na Fundação Armando Álvares Penteado, em São Paulo. O motivo do mal-entendido: Leda tem 54 anos. Ela pertence a um crescente grupo de calouros que ingressa na universidade depois dos 50. Segundo o Ministério da Educação (MEC), a concentração deles mais que dobrou desde 2000. Salvo raras exceções, quase todos já têm um diploma de ensino superior. Voltam à sala de aula, basicamente, por dois motivos. Uma parte busca uma atividade intelectual numa fase da vida em que começa a sobrar tempo – caso de Leda, que tem dois filhos crescidos e não exercia a profissão de assistente social. Ela diz: “Ir à universidade é um estímulo à mente, ainda que não tenha nenhuma finalidade prática.” Cinqüentões como Leda são os que costumam aparecer em cursos como psicologia, teologia, pedagogia e comunicação social, entre os mais procurados nessa faixa etária (veja o quadro). O restante, ainda na ativa, mira um plano B para a aposentadoria. Depois de décadas de carteira assinada, essas pessoas chegam à universidade à procura de uma segunda formação que lhes permita trabalhar, enfim, por conta própria. Daí a preferência pelas faculdades de direito e administração de empresas. A idéia é manter uma vida produtiva – sem chefe.

Cursar uma universidade depois de cruzar a barreira dos 50 não é tão fácil. Para conseguir vaga numa boa faculdade, muitos veteranos enfrentam a maratona dos cursinhos, uma vez que as matérias cobradas no vestibular não passam de lembrança remota. Depois de entrar, eles precisam reaprender a estudar e se adequar aos novos tempos. Alguns contratam professores particulares de computação para conseguir realizar os trabalhos na tela, algo que eles não sabem e lhes é exigido o tempo todo. O agrônomo Luis Antonio de Andrade diz já ter vencido o período de adaptação na faculdade de direito da Fundação Getulio Vargas (FGV). Aos 18, sonhava ser advogado, mas acabou na agronomia por pragmatismo: sua família era dona de uma fazenda no interior de São Paulo. Só aos 50 conseguiu juntar dinheiro para passar quatro anos estudando direito sem receber salário. Sua renda hoje se limita aos 460 reais mensais do estágio que arranjou na Procuradoria Geral do Estado, onde costuma ser confundido com os procuradores. “As pessoas se espantam quando digo que sou apenas o estagiário.” Depois da formatura, Andrade planeja abrir seu próprio escritório de advocacia. “Recomeçar nessa idade é um processo rejuvenescedor”, diz ele.

Pesquisas sobre calouros cinqüentões reforçam a idéia de que a volta à sala de aula na maturidade traz benefícios que vão além de uma eventual guinada na vida profissional ou da expansão do conhecimento. Uma das mais abrangentes foi conduzida pela Universidade de Londres. De acordo com os ingleses, o primeiro efeito positivo diz respeito à construção de uma nova rede de amigos numa fase da vida em que muita gente se queixa de solidão. O outro se refere ao fato de o ambiente acadêmico ajudar a manter essas pessoas atualizadas – sobretudo em relação ao mundo digital, que até então ignoravam. O exercício intelectual tem impacto positivo também na saúde, ao contribuir para a manutenção da memória e para a inibição de certas doenças neurológicas, como já foi comprovado cientificamente. Tudo isso, conclui a pesquisa, ajuda a preservar de forma decisiva a qualidade de vida na meia-idade (com o perdão pela expressão).

O aumento dos estudantes com mais de 50 anos não se restringe ao Brasil. Trata-se de um fenômeno típico de países em que a população envelhece – e chega à plena maturidade cheia de saúde e disposição. Também não se limita à graduação. Em quase todas as universidades brasileiras, há cursos livres oferecidos a gente dessa faixa etária. Na pós-graduação, por sua vez, o porcentual dos que têm 50 ou mais cresceu incrivelmente: 110% nos últimos cinco anos. O matemático Luciano dos Santos não planeja parar de estudar – só que medicina. A migração entre áreas tão distintas, por si só, já chamaria atenção nesse caso. Surpreende ainda mais saber a idade em que Luciano decidiu fazer isso: 58 anos. Aposentado depois de um quarto de século numa multinacional, ele se viu entediado. Matriculou-se num cursinho e, na quinta tentativa, entrou na faculdade de medicina da Universidade Federal de São Paulo, uma das mais disputadas do país. Está hoje no quarto ano e se diz realizado com o recomeço a essa altura da vida: “Se puder ser útil como médico, será fantástico. Mas estudar já está valendo a pena”.

 

OBS: Artigo retirado do site: www.veja.com.br

 

 

 

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Professores são vítimas de esgotamento e falta de motivação

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

15,7% dos professores, num universo de 8,7 mil docentes, apresentam a Síndrome de Burnout – problema que tem como primeiros sintomas cansaço, esgotamento e falta de motivação. O dado é do mestrado da psicóloga Nádia Leite, que foi defendido na Universidade de Brasília (UnB).

A pesquisadora entrevistou professores da educação básica da rede pública na região do Centro-Oeste do país. “Obter 15,7% num universo de 8 mil não é desprezível”, diz. Se refletir a totalidade dos professores brasileiros, mais de 300 mil docentes convivem com o problema.

A palavra burnout é uma composição de burn (queima) e out (exterior). O termo faz referência ao comportamento irritado e hostil apresentado pela pessoa que sofre da síndrome, que é causada principalmente pelo desequilíbrio e estresse físico emocional.

A enfermidade afeta especialmente profissionais da área de educação e saúde, que desenvolvem atividades que favorecem o envolvimento emocional e têm altas expectativas em relação aos resultados do seu trabalho. 

“Ao não conseguir atingir as metas, esses profissionais acabam decepcionados consigo mesmos e com a carreira. Eles têm uma sensação de inutilidade, mesmo que tenham se empenhado ao máximo. A impressão que não deu conta e a desistência simbólica são aspectos muito fortes nas pessoas atingidas”, diz Nádia.

Segundo a pesquisadora, também se enquadra nesse perfil o professor que espera dos alunos um ótimo aprendizado do conteúdo por ele transmitido em sala de aula, que se esforça e dedica-se tanto como se os alunos fossem seus próprios filhos. “Diante do desinteresse, da indisciplina, da não reciprocidade e do baixo rendimento da classe, aparecem nos profissionais sinais de desânimo e o cansaço”, completa Nádia.

Os estudos também apontam que professores com a síndrome tendem a adoecer mais, faltar ao trabalho e se tornar menos criativos, o que compromete o ensino. “As conseqüências são ainda piores no ensino fundamental, quando o aprendizado dos alunos depende mais do professor, pois esse período escolar acompanha uma fase essencial da formação do indivíduo”. 

Principais sintomas

Nádia explica que o primeiro sinal de instalação da síndrome é a exaustão emocional, que leva ao docente um esgotamento tão forte a ponto de não conseguir mais se doar. “Quando não consegue lidar com essa sensação, desenvolve mecanismos reativos. Como alternativa ao sofrimento, acaba por se distanciar emocionalmente, tanto do seu trabalho quanto do próprio aluno”, explica.

De acordo com a pesquisadora, a indiferença por assuntos da profissão e um forte sentimento de ineficácia são sintomas marcados pelo afastamento do trabalho, já o endurecimento afetivo e falta de empatia é um ponto forte do que Nádia chama de “despersonalização” ou distanciamento dos alunos.

A pesquisa identificou que 31,2% dos entrevistados sentiam baixa realização profissional; alto grau de esgotamento emocional foi mencionado por quase 30% e despersonalização ou distanciamento dos alunos relatado por 14%.

Para Nádia, o distanciamento dos alunos é o sinal mais cruel da burnout, pois afeta justamente aquele que deveria ser objeto de atenção e cuidado. A pesquisadora usa como exemplo a situação de professores que se referem às turmas como “aqueles pestinhas”, ou que, de tão distanciado, inconscientemente não possui mais nenhuma relação de afeto, “o aluno passa a ser apenas mais um número da chamada”.

A pesquisadora também diz que o profissional afetado pela síndrome freqüentemente está doente, sofre de insônia, úlcera, dores de cabeça, depressão e fadiga crônica.

Tratamento

Segundo Nádia, companheirismo e cooperação no trabalho por parte dos colegas são fundamentais na hora do tratamento. A freqüência de exaustão entre indivíduos sem suporte é quase o dobro da verificada em professores que se sentem apoiados. Quanto à despersonalização e à realização profissional reduzida, os dados seguem a mesma tendência: a incidência desses sintomas é três vezes maior entre os professores que não se sentem amparados pelos colegas.

“Atividades que estimulam a aproximação entre professores podem contribuir para evitar a tendência a expectativas profissionais inalcançáveis, substituindo-as por metas realistas e discutidas coletivamente”, diz. Segundo Nádia, incentivar atividades coletivas e discussão de problemas em grupo, como terapias coletivas são outra saídas para minimizar a síndrome.

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Mulheres que bebem são mais saudáveis

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

(Atenção: esse post não pode ser usado para escapar da Lei Seca)

Mulheres que bebem álcool regularmente são mais saudáveis, descobriu um estudo publicado no jornal americano Archives of Internal Medicine. De acordo com a pesquisa, o álcool evita o desenvolvimento de doenças relacionadas com a pressão e o coração.

Os pesquisadores entrevistaram 320 mulheres entre 35 e 69 anos que já haviam sofrido um ataque do coração e as compararam com 1.565 mulheres saudáveis da mesma idade. Além de questionadas sobre a quantidade de bebida, elas também respondiam sobre o uso de cigarro, dietas, atividade física e qualquer outro fator que influenciasse as doenças.

O resultado: mulheres que bebiam uma vez por dia tinham uma chance 31% menor de desenvolver uma

Amy Winehouse

Amy Winehouse

doença do coração ou pressão alta, comparadas com as que bebiam menos do que isso. Entre as que bebiam menos do que uma dose por dia, mas que tomavam um porre de vez em quando, o risco de desenvolver as doenças aumentava em 30%. (Em outro estudo, feito em homens, o consumo regular e diário de álcool aumentou a fibrilação atrial, batimento irregular do coração. O que pode, em alguns casos, resultar em uma parada cardíaca.)

Os cientistas ainda constataram que mulheres que bebem entre duas e três doses de álcool semanalmente são mais divertidas do que as que não consomem nada. A Amy Winehouse que o diga…

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Entenda as competências avaliadas na redação do Enem

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) exige que o candidato redija um texto do tipo dissertativo-argumentativo, cujo tema se relacione a questões sociais, políticas, culturais e/ou científicas, a partir de uma situação-problema. É automaticamente desconsiderada para correção pela banca avaliadora a redação que se afastar do tema proposto ou for de encontro aos direitos humanos e à cidadania.

São cinco as competências avaliadas na prova de redação, conforme se verifica a seguir:

1. Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita
Você não precisa escrever como Machado de Assis ou Gilberto Dimenstein! Porém, é necessário demonstrar um conhecimento mínimo de regras básicas de escrita na nossa língua, supostamente aprendidas em 11 anos ou mais de escolaridade.

Por exemplo, atentar para a pontuação é essencial, pois uma vírgula ou ponto final no lugar errado pode comprometer o sentido do seu texto e dificultar a compreensão por parte do leitor (no caso, o avaliador da banca de correção). Além do sentido, é importante lembrar que o respeito às normas gramáticas, ainda que não seja o requisito mais importante na construção do sentido do texto, demonstra algum grau de conhecimento a respeito da língua e isso pode contar a seu favor.

2. Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo
A compreensão da proposta de redação já é o primeiro passo para que você possa se sair bem na prova, uma vez que o desenvolvimento do tema apresentado torna-se muito mais tranqüilo e não há o risco de seu texto ser desconsiderado pela banca de correção. Além de disso é preciso lembrar de que se trata de um texto em prosa (ou seja, você não pode escrever um poema), do tipo dissertativo-argumentativo, o que significa adotar um posicionamento crítico e reflexivo diante de determinada questão ou expressar sua opinião de modo claro e coerente.

Para isso, é essencial valer-se de seu conhecimento de mundo, uma vez que se torna muito mais difícil elaborar um texto sobre algo que você nunca ouviu falar. Daí a importância da leitura de textos diversificados, sobretudo os jornalísticos, para que você tenha o que dizer em sua redação.

3. Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista
Não basta apresentar dados e informações ou mesmo expressar sua opinião ou expor argumentos se você não for capaz de selecionar, dentre estes, aqueles que de fato apresentam pertinência com o tema proposto.

Ademais, além de uma seleção criteriosa de dados, informações e argumentos, é primordial saber organizar as idéias a partir deles e apresentar a sua interpretação para a situação-problema em questão, estabelecendo relações lógicas e coerentes e fazendo a sua leitura da realidade, a fim de demonstrar seu ponto de vista em relação ao tema proposto.

4. Demonstrar conhecimento dos mecanismos lingüísticos necessários para a construção da argumentação
Além da seleção adequada dos argumentos, conforme ressaltado no item anterior, faz-se necessário organizá-los no texto de modo lógico e coerente. Para isso, é fundamental utilizar os chamados elementos de coesão textual e/ou os organizadores argumentativos, como, por exemplo, advérbios, locuções adverbiais e conjunções, estabelecendo relações adequadas entre termos e também entre os parágrafos, sobretudo no desenvolvimento do texto, a fim de que o sentido seja construído de maneira clara e objetiva.

É preciso, ainda, saber utilizar um repertório lingüístico ou vocabular adequado ao tema e aos objetivos do texto. Isso não significa, em hipótese alguma, valer-se, de maneira desenfreada, de termos e/ou expressões considerados mais rebuscados ou eruditos a fim de impressionar a banca de correção.

Lembre-se de que os membros dessa banca são professores de português e já estão bastante acostumados às táticas e “truques” dos candidatos. De nada adianta valer-se desse tipo de artifício para impressioná-los. Assim, é fácil perceber que o vocabulário escolhido deve ser simples e direto e atender aos objetivos do texto.

5. Elaborar proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural
Partindo-se de uma proposta de redação que apresenta uma situação-problema, é possível concluir que toda a construção da argumentação deve ter como objetivo a apresentação de possíveis soluções para a questão levantada. A solução, ou soluções, porém, deve resultar de uma relação lógica e coerente com os argumentos, opiniões, informações e dados apresentados no desenvolvimento.

Ademais, embora seja muito difícil que isso ocorra – até porque muitas formas de preconceitos e/ou desrespeito aos valores humanos recebem hoje algum tipo de sanção legal -, é aconselhável cautela diante de seu posicionamento a respeito de determinadas questões consideradas o calcanhar-de-aquiles das sociedades contemporâneas. Por exemplo, o preconceito racial, social e/ou religioso, a prática de tortura ou a apologia à violência de qualquer espécie.

A razão é óbvia: idéias e/ou concepções retrógradas e pouco ortodoxas acerca desses temas vão contra as muitas conquistas, sociais, políticas e culturais sedimentadas depois de décadas ou até mesmo séculos de luta por justiça social e respeito à integridade humana.

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OAB-SP reprova quase 90% no Exame de Ordem 135; veja lista de aprovados

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

Somente 12,8% dos bacharéis em direito que fizeram o exame 135 da OAB-SP (Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo) receberão carteira de advogado. Dos 18.871 candidatos que se inscreveram para as provas, somente 2.418 foram aprovados na 2ª fase da avaliação, realizada no último dia 15 de junho. No total, 87,2% (ou 16.453) foram reprovados –índice de reprovação mais alto comparado aos últimos quatro exames.

ANOS ANTERIORES
134 24.827 54,6% 70,83%
133 17.871 69,57% 84,1%
132 18.470 56,21% 69,57%
131 28.195 77,9% 86,44%
Exame Inscritos Reprovados – 1ª fase Reprovados – 2ª fase

O candidato que quiser a interposição de recursos contra o resultado na prova prático-profissional deve fazer o pedido pela Internet, das 9h do dia 14 às 23h59 do dia 16.

A relação dos candidatos aprovados após a interposição de recurso está marcada para ser divulgada no dia 1º de agosto. A aprovação no Exame de Ordem é requisito para os formados em direito exercerem a profissão de advogado.

Índice frustrado
Se comparado ao total de inscritos nas provas anteriores, o percentual de aprovados no Exame 135 é inferior ao do Exame 134, que aprovou 29,17% dos candidatos. Também está bem abaixo do percentual de aprovação do Exame de Ordem 132, realizado em março do ano passado, que aprovou 30,43% dos candidatos.

Braz Martins Neto, presidente da Comissão de Estágio e Exame de Ordem da OAB-SP, considera o índice de aprovados uma “frustração”. “Podemos constatar, mais uma vez, que os cursos de direito não estão cumprindo com sua missão de bem formar os bacharéis, com exceção de algumas faculdades, que apresentam o costumeiro aproveitamento em nível de excelência”.

Para Luiz Flávio Borges D’Urso, presidente da OAB-SP, o índice de aprovação continua dentro da oscilação da média histórica de 20% de aprovação nas edições anteriores do Exame. “Já tivemos índices piores de 9,79%, no Exame 129, e outros bem melhores, com 30,43% de aprovados, no Exame 132″.

O Exame 135 recebeu 18.871 inscrições e habilitou para a segunda fase 5.237 candidatos. Destes, 2.418 foram aprovados (46,2%).

Na etapa final, os candidatos ao registro profissional de advocacia tiveram que comprovar conhecimentos práticos por meio da redação de uma peça profissional e mais cinco questões sob a forma de situações-problema. Tanto a peça profissional como as questões práticas versaram sobre a área escolhida pelo candidato na ficha de inscrição.

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Albert Einstein

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

Albert Einstein

Albert Einstein

Albert Einstein, o mais célebre cientista do século 20, foi o físico que propôs a teoria da relatividade. Ganhou o Prêmio Nobel de física de 1921. Einstein tornou-se famoso mundialmente, um sinônimo de inteligência. Suas descobertas provocaram uma verdadeira revolução do pensamento humano, com interpretações filosóficas das mais diversas tendências.

Einstein nasceu na Alemanha em uma família judaica não-observante. Seus pais, Hermann Einstein e Pauline Koch, casaram-se em 1876 e se estabeleceram na cidade de Ulm. Hermann tornou-se proprietário de um negócio de penas de colchões.

Quando Einstein tinha um ano, a família se mudou para Munique. Com três anos de idade, Einstein apresentava dificuldades de fala. Aos seis, aprendeu a tocar violino, instrumento que o acompanharia ao longo da vida.

Em 1885, Hermann fundou, com o irmão Jacob, uma empresa de material elétrico. Em outubro daquele ano Einstein começou a freqüentar uma escola católica em Munique. Depois entrou no Luitpold Gymnasium, onde permaneceu até os 15 anos.

Com dificuldades nos negócios, em 1894 a família se mudou para a Itália. Einstein permaneceu em Munique a fim de terminar o ano letivo. Em 1895, fez exames de admissão à Eidgenössische Technische Hochschule (ETH), em Zurique. Foi reprovado na parte de humanidades dos exames. Foi então para Aarau, também na Suíça, para terminar a escola secundária.

Em 1896 recebeu o diploma da escola secundária e, aos 17 anos, renunciou à cidadania alemã, ficando sem pátria por alguns anos. A cidadania suíça lhe foi concedida em 1901. Cursou o ensino superior na ETH em Zurique, onde mais tarde foi docente.

A 6 de janeiro de 1903 casou-se com Mileva Maric. Tiveram três filhos: Lieserl, Hans Albert e Eduard. A primeira morreu ainda bebê, o mais velho tornou-se professor de hidráulica na Universidade da Califórnia e o mais jovem, formado em música e literatura, morreu num hospital psiquiátrico suíço.

Entre 1909 e 1913 Einstein lecionou em Berna, Zurique e Praga. Voltou à Alemanha em 1914, pouco antes do início da Primeira Guerra Mundial. Aceitou um cargo de pesquisa na Academia Prussiana de Ciências junto com uma cadeira na Universidade de Berlim. Também assumiu a direção do Instituto Wilhelm de Física em Berlim.

Em novembro de 1915, Einstein fez uma série de conferências e apresentou sua teoria da relatividade geral. No ano seguinte o cientista publicou “Fundamento Geral da Teoria da Relatividade”.

Em 1919, separou-se da esposa Mileva e se casou com a prima Elsa. Naquele ano tornou-se conhecido em todo o mundo, depois que sua teoria foi comprovada em experiência realizada durante um eclipse solar.

Einstein ganhou o Prêmio Nobel de Física de 1921 e foi indicado para integrar a Organização de Cooperação Intelectual da Liga das Nações. No mesmo ano, publicou “Sobre a Teoria da Relatividade Especial e Geral”.

Ao longo da vida, Einstein visitaria diversos países, incluindo o Brasil, em 1925. Entre 1925 e 1928, Einstein foi presidente da Universidade Hebraica de Jerusalém.

Em 1933, Hitler chegou ao poder na Alemanha e o cientista foi aconselhado por amigos a deixar o país, renunciando mais uma vez à cidadania alemã.

A 7 de outubro de 1933, Einstein partiu para os Estados Unidos. Passou a ensinar física no Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, do qual se tornaria diretor. Em 1940 ganhou a cidadania americana, mantendo também a cidadania suíça.

Em 1941 teve início o Projeto Manhattan, que visava o desenvolvimento da bomba atômica pelos americanos. Einstein não teve participação no projeto. Em 1945, renunciou ao cargo de diretor do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de Princeton, mas continuou a trabalhar naquela instituição.

A intensa atividade intelectual de Einstein resultou na publicação de grande número de trabalhos, entre os quais “Por Que a Guerra?” (1933), em colaboração com Sigmund Freud; “O Mundo como Eu o Vejo” (1949); e “Meus Últimos Anos” (1950). A principal característica de sua obra foi uma síntese do conhecimento sobre o mundo físico, que acabou por levar a uma compreensão mais abrangente e profunda do universo.

Em 1952, Ben-Gurion, então primeiro-ministro de Israel, convidou Albert Einstein para assumir o cargo de presidente do Estado de Israel. Doente, Einstein recusou. Uma semana antes de sua morte assinou sua última carta, endereçada a Bertrand Russell, concordando em que o seu nome fosse incluído numa petição exortando todas as nações a abandonar as armas nucleares.

Morreu a 18 de abril de 1955 em Princeton, Nova Jersey, em conseqüência de um aneurisma, aos 76 anos. Seu corpo foi cremado e seu cérebro doado ao cientista Thomas Harvey, patologista do Hospital de Princeton.

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MEC divulga segunda chamada do ProUni para segundo semestre de 2008

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

O MEC (Ministério da Educação) libera a segunda lista de selecionados para bolsas do ProUni para o segundo semestre nesta segunda (14).

Os inscritos no ProUni podem consultar a lista pela Internet. O candidato precisa informar o número de inscrição no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) ou o CPF.

Os convocados deverão comprovar os dados sócio-econômicos na instituição de ensino em que está matriculado para garantir a bolsa de estudos.

É preciso apresentar os documentos na instituição. Segundo o MEC (Ministério da Educação), a faculdade pode exigir, ainda, que o estudante passe por processo de vestibular.

Os não-selecionados terão ainda uma nova chance: a terceira chamada, com as vagas não preenchidas nas duas primeiras seleções, está prevista para sair no dia 24 deste mês. O projeto do governo federal oferece bolsas de estudos em cursos que se iniciam no segundo semestre de 2008.

119.529 bolsas

Para o segundo semestre, foram oferecidas 118.871 bolsas, mas apenas 72.248 candidatos foram pré-selecionados –uma sobra de 46.623 bolsas oferecidas.

Os convocados tiraram a nota mínima do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para pleitear uma bolsa (45 pontos), mas, para obter a vaga, terão de comprovar renda familiar per capita menor do que três salários mínimos. Mais de 118 mil pessoas se inscreveram para a seleção.

Para concorrer, o candidato precisava ter feito o Enem 2007 e ter obtido média mínima de 45 pontos. Ter cursado o ensino médio em escola pública ou na rede particular na condição de bolsista integral também era pré-requisito.

Era preciso também ter renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio (R$ 622,50) para a bolsa integral e de até três salários mínimos (R$ 1.245) para a bolsa parcial de 50% do valor da mensalidade.

Financiamento do restante da bolsa

Os estudantes que têm bolsa parcial no ProUni podem financiar o restante da mensalidade pelo Fies, a linha de crédito estudantil do governo.

Funciona assim: um curso que custe R$ 600 mensais, por exemplo, com bolsa do ProUni de 25%, sairia por R$ 450 – valor que pode ser financiado com o Fies.

O aluno deve pagar o valor financiado quando terminar a faculdade.

Os juros são de 3,5% ao ano para os cursos de licenciatura, pedagogia, normal superior e Cursos Superiores de Tecnologia. Para o restante, é de 6,5%.

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Operação com conjuntos

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

Quando falamos de operação lembramos logo de adição, subtração, divisão, multiplicação entre números. É possível também operar conjuntos.
Essas operações recebem nomes diferentes, como: União de conjuntos, Intersecção de conjuntos, Diferença de conjunto, Conjunto complementar.
Todas essas operações são representadas por símbolos diferentes, veja a representação de cada uma delas. 

União de conjuntos
Dado dois conjuntos A = {1, 2, 3, 4, 5} e B = {6, 7}, a união deles seria pegar todos os elementos de A e de B e unir em apenas um conjunto (sem repetir os elementos comuns). O conjunto que irá representar essa união ficará assim: {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}.

A representação da união de conjuntos é feita pelo símbolo U. Então,
A U B = {1, 2, 3, 4, 5, 6, 7}.

Intersecção de conjuntos
Quando queremos a intersecção de dois conjuntos é o mesmo que dizer que queremos os elementos que eles têm em comum.
Dado dois conjuntos A = {1, 2, 3, 4, 5, 6} e B = {5, 6, 7}, a intersecção é representada pelo símbolo ∩, então A ∩ B = {5, 6}, pois 5 e 6 são elementos que pertencem aos dois conjuntos.

Se dois conjuntos não tem nenhum elemento comum a intersecção deles será um conjunto vazio.

Dentro da interseção de conjuntos há algumas propriedades:
1) A intersecção de um conjunto por ele mesmo é o próprio conjunto: A ∩ A = A
2) A propriedade comutatividade na intersecção de dois conjuntos é:
     A ∩ B = B ∩ A.
3) A propriedade associativa na intersecção de conjuntos é:
A ∩ (B ∩ C) = (A ∩ B) ∩ C 

Diferença entre conjunto
Dado o conjunto A = {0, 1, 2, 3, 4, 5} e o conjunto B = {5, 6, 7} a diferença desses conjuntos é representada por outro conjunto, chamado de conjunto diferença.

Então A – B serão os elementos do conjunto A menos os elementos que pertencerem ao conjunto B.
Portanto A – B = {0, 1, 2, 3, 4}.

Conjunto complementar
Conjunto complementar está relacionado com a diferença de conjunto.
Achamos um conjunto complementar quando, por exemplo, dado um conjunto A e B e o conjunto B A, então B é complementar em relação a A.

A = {2, 3, 5, 6, 8}

B = {6,8}
B  A, então o conjunto complementar será CAB = A – B = {2, 3, 5}.

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Quais são seus sonhos?

Publicado por portaldoestudante em Julho 15, 2008

Quais são seus sonhos?

Melhorar de vida, ter a casa própria, o carro dos seus sonhos, encontrar um grande amor, ser mais auto-confiante, fazer “aquela viagem”, ter um filho, escrever um livro, montar seu próprio negócio… Qualquer que sejam seus sonhos, eles só se tornarão realidade se você AGIR. Sem ação não há realização.

95% da humanidade vive de esperança. Elas esperam que a vida melhore, esperam que o destino, Deus ou a sorte lhes traga o que elas querem, enquanto isso elas não fazem nada! Tocam a vida com a barriga alimentando uma esperança que terminará por consumir sua auto-estima, motivação e determinação, resultando numa frustração profunda que esconde uma vida vazia.

Você chegou até aqui. Parabéns! Você sabe que esperança não é uma estratégia e deseja saber como se preparar e construir o futuro que você quer sem deixar sua vida nas mãos do destino. Você verá nesta página algumas dicas para que você esteja do outro lado dos números estatísticos – o lado dos que conseguem conquitar o que desejam.

1. O que é exatamente que você quer?

Se o gênio da lâmpada aparecesse em sua frente agora mesmo e lhe perguntasse quais são os seus 3 desejos você saberia dizer claramente o que é que você quer? Melhorar de vida? Um grande amor? Ter mais dinheiro? Ser feliz? Se estes são seus desejos, sinto informá-lo, mas você não sabe o que quer! Defina especificamente o que você quer e o caminho para chegar lá parecerá muito mais claro e compreensível!

2. Você tenta fazer muitas coisas ao mesmo tempo?

É comum o caso da pessoa cheia de talentos, determinação e motivação mas que corre, corre, corre como um ratinho de laboratório e não chega a lugar algum. Um dos motivos é a falta de foco. Tentar fazer muitas coisas ao mesmo tempo é a receita certa para o fracasso em todos os projetos envolvidos, isto sem contar no stress e desorganização que acompanham a rotina. Vários autores e experts em desenvolvimento pessoal identificam o foco como um dos “segredos do sucesso”. Sucesso é a realização dos seus objetivos, sejam eles quais forem, mas se você não colocar uma energia concentrada em direção a eles, você estará desperdiçando oportunidades, esforços e principalmente tempo, tudo o mais pode ser recuperado, mas quando o tempo passa, ele não volta mais! Use-o com sabedoria focando-se no que é mais importante, deixe o resto pra depois!

3. A frustração é um sentimento corriqueiro em sua vida?

Como você reage quando alguma coisa não dá certo em sua vida? Ou quando os planos começam a se desenrolar de forma diferente do planejado? Ou quando outras pessoas tentam influenciar sua vida sem seu consentimento? Ou quando elas simplesmente fazem algo que você não gosta? Você sente raiva? Você se sente frustrado? Você pensa em desistir? Pois a sua postura pode ser a razão pela qual você ainda não conquistou o que deseja na vida! A frustração é o inimigo número 1 da realização, do sucesso. Ao sentir-se frustrado, você entra no papel de vítima e como a vítima é um “pobre coitado” que não pode fazer nada para mudar sua situação, pois tudo é “culpa do outro”, você fica engessado, curtindo a sua raiva, intoxicando-se e os outros à sua volta. Enquanto isso o tempo está passando, levando embora consigo os seus sonhos!

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