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Libertados na sexta-feira, Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni devem ser indiciados pela morte de Isabella. As últimas descobertas sobre o caso – algumas, ruins para o casal – deixaram a polícia mais próxima da solução
Na manhã da sexta-feira passada, o desembargador Caio Canguçu de Almeida decidiu soltar Anna Carolina Jatobá e Alexandre Nardoni. Presos desde o dia 3, são suspeitos do assassinato de Isabella, de 5 anos, enteada de Anna e filha de Alexandre, jogada do 6º andar de um edifício em São Paulo. A libertação do casal era esperada. Segundo a decisão do desembargador, nenhum dos dois deu, “ao menos até aqui, prova alguma de deliberado propósito de comprometer, dificultar ou impedir a apuração dos fatos”. Isso não significa, porém, que a situação deles tenha melhorado ao fim da segunda semana de investigações. Os indícios colhidos por meio de recursos científicos (leia o quadro abaixo) e depoimentos de testemunhas levavam a polícia a considerar inevitável o indiciamento dos dois como únicos acusados pelo crime. É possível que eles acompanhem o processo em liberdade, pois têm bons antecedentes e têm colaborado com a Justiça. “Eles dizem categoricamente ser inocentes”, afirma Marco Polo Levorin, advogado do casal. O promotor Francisco Taddei Cembranelli disse haver “vinculação” entre “o casal” e “os ferimentos de Isabella”.
As últimas revelações sobre o caso reforçaram o foco no papel da madrasta, Anna Carolina, na noite do crime. Uma blusa preta da marca Young Connection e um par de sapatilhas Adidas azul que estavam com ela na delegacia foram levados para perícia. A polícia quer saber se eram as roupas que a madrasta usava na noite da morte de Isabella e verificar se foram essas sapatilhas, com solado de borracha, as que deixaram uma pegada na cama do quarto de onde a menina foi jogada. Aparentemente, Anna Carolina trocou de blusa na noite do assassinato. Imagens do circuito interno de um supermercado em Guarulhos, onde ela esteve com Alexandre, Isabella e os filhos cinco horas antes do crime, mostram-na de blusa preta, a mesma com que teria chegado ao prédio. Depois do crime, Anna usava uma blusa verde-água. Nas roupas dele haveria manchas “semelhantes a sangue”, segundo os peritos. Só exames suplementares poderão determinar se é mesmo sangue, e de quem.
1 – PERÍCIA
A queda, de 20 metros, durou 2 segundos. O corpo de Isabella atingiu cerca de 80 km/h. Uma boneca foi usada durante a perícia. A rede de proteção foi cortada com tesoura e faca de serra
2 – IML
O laudo aponta lesões múltiplas no corpo de Isabella– entre elas, fraturas no pulso e na bacia, corte na testa e marcas no pescoço compatíveis com estrangulamento. Ela apanhou antes de morrer. Foi encontrada de bruços, a 1 metro da parede. A queda fora amortecida por uma palmeira
3 – LUMINOL
Peritos estiveram no local do crime pelo menos sete vezes. Usaram o luminol, produto químico que reage com o ferro presente no sangue, liberando uma substância fluorescente. Mesmo quando o sangue é lavado e as manchas parecem ter sido removidas, o luminol pode detectar vestígios de sangue
4 – DNA
Exames estão sendo feitos para descobrir de quem é o sangue encontrado em diversas partes do apartamento. Não se confirmou a suspeita de sangue na maçaneta do carro de Alexandre
5 – “CRIMESCOPE”
Também conhecido como “luz forense”, é um canhão de luz ultravioleta que detecta substâncias como sangue, sêmen e pêlos. No apartamento foi encontrado um suposto fragmento de osso
6 – PEGADA
Uma pegada de adulto foi encontrada em um lençol do quarto de onde Isabella foi jogada. Peritos recolheram cerca de 30 pares de calçados de Alexandre e da madrasta da menina
7 – VÍDEO
Imagens de um supermercado mostram Alexandre, a mulher e os três filhos às 18h33. Não há indícios de desavença familiar. Instantes depois do crime, Anna Carolina aparece com outra roupa
Surpreendido pela radicalização dos protestos contra a China às vésperas das Olimpíadas de Pequim, o líder tibetano perde o controle sobre seus seguidores e começa a preparar sua sucessão
Uma espada ritual foi entregue em suas mãos em sinal de reverência pelos indianos duas semanas atrás, diante do monumento em memória do líder pacifista Mahatma Gandhi. Foi a primeira vez em sua vida que Tenzin Gyatso, a 14ª encarnação do Dalai-Lama para os milhões de budistas tibetanos, teve uma espada nas mãos. Naquele sábado, 29 de março, um culto ecumênico lembrava as vítimas tibetanas em Lhasa, ocupada pelos tanques do Exército chinês no fim de março de 1959. O 14º Dalai-Lama parecia sem força para erguer a espada. Pediu que todos os líderes religiosos presentes a segurassem com ele. Um dos maiores líderes pacifistas do mundo temia transmitir uma mensagem contraditória com o que ele vem repetindo como um mantra: a não-violência como método de resistência à ocupação chinesa do Tibete. O caminho do meio, o equilíbrio entre as paixões, pregado por Buda. Mas, depois de 49 anos, muitos tibetanos estão cansados de esperar pelos resultados do pacifismo do Dalai. Apelam para métodos mais normais de protesto, que incluem até confronto violento.
Sua estratégia do “caminho do meio” parece, hoje, tão frágil quanto a tocha olímpica, que, a caminho de Pequim, vem sendo perseguida por manifestações pró-Tibete. Por causa disso, o Dalai-Lama está menos sorridente, menos brincalhão do que costuma ser.
CRAIG, EM VISITA A PARINTINS:“A cidade não tinha quase nenhum acesso à internet e serviços”
Craig Barrett falou com exclusividade à DINHEIRO sobre o projeto da Intel em Parintins
Qual é a importância dessa iniciativa para o desenvolvimento social?
Agora, Parintins é o lugar digital mais remoto no mundo. A cidade enfrentou inúmeras dificuldades, principalmente pelas condições desafiantes para a instalação de redes de telecomunicação e sistemas de transporte. Assim, a cidade não tinha quase nenhum acesso à internet e serviços. Os residentes de Parintins, por anos, lutaram para obter uma atenção médica mais adequada. Nosso projeto proporcionou acesso à internet de alta velocidade a um centro de serviço de saúde primário, a duas escolas públicas, a um centro comunitário e à Universidade do Estado do Amazonas. A Intel também doou e instalou equipamentos para telemedicina no centro de saúde e computadores nos laboratórios das duas escolas.
Em sua segunda visita à cidade digital, em dezembro de 2007, o que constatou?
A visita deste ano teve o propósito de verificar o progresso e estimular o governo a estender o programa, bem como definir um modelo operacional sustentável. A municipalidade, ao lado da Intel e de outros colaboradores, está investindo no desenvolvimento da telemedicina e inaugurou uma nova biblioteca pública com acesso à rede. Além disso, o Programa de Doutor Jovem, da Universidade de São Paulo, foi implementado em Parintins.
Quais são seus próximos projetos? Pretende criar outras cidades digitais pelo mundo?
A Intel está sempre atrás de novos desafios. Em dezembro de 2007, nós fornecemos a estudantes colombianos acesso a computadores, treinamento a professores, estruturas locais e recursos que vão ajudar a melhorar o desenvolvimento econômico e social da Colômbia. Por meio do Programa World Ahead, a Intel busca melhorar a educação, a saúde, o empreendedorismo e os serviços governamentais nos países em desenvolvimento de todo o mundo ao acelerar o acesso a computadores, conectividade e conteúdo online localizado.
O País é a grande aposta da gigante dos processadores. Motivo: em 2010 será o terceiro maior mercado de computadores do mundo
“A tendência da Intel é investir cada vez mais no Brasil“ OSCAR CLARKE, PRESIDENTE DA INTEL NO BRASIL
A INTEL TROPEÇOU. E SE levantou. Depois de amargar uma forte queda nos resultados, sofrer com a desvalorização de suas ações e perder alguns pontos de participação de mercado, a maior fabricante de processadores do mundo comemora a volta aos bons tempos. O balanço de 2007 registra um lucro operacional de US$ 8,2 bilhões, com alta de 45% em relação ao ano anterior. A receita atingiu US$ 38,3 bilhões, 8% a mais que em 2006. Os números pouco têm a ver com a crise enfrentada em 2006. Na época, a Intel foi afetada pelo esfriamento do mercado de processadores e pelo crescimento de sua maior concorrente, a AMD. O lucro anual da companhia caiu 42% em relação a 2005, totalizando US$ 5 bilhões. A receita em 2006 foi de US$ 35,4 bilhões (9% a menos que em 2005) e o lucro por ação foi de US$ 0,86 por ação, uma queda de 39%. “Acreditamos que a Intel atualmente oferece uma linha de produtos superior à da AMD. Para nós, a Intel concretizou sua recuperação e continuará ganhando participação de mercado em processadores para servidores, desktops e notebooks”, comenta o analista Kevin Cassidy, da corretora Thomas Weisel Partners. Legal, mas e o Brasil com isso? A resposta: O principal empurrão dessa recuperação veio do desempenho dos países emergentes, sobretudo da China, que acaba de receber um novo fundo de investimentos da Intel Capital de US$ 500 milhões. O Brasil também teve papel importante, mas, no QG da corporação, o País é mesmo visto como a grande aposta para o futuro. A posição de destaque do Brasil fica clara com o envolvimento pessoal do lendário Craig Barrett, atual chairman, em um projeto de inclusão digital da Intel no País.
A educação sexual busca ensinar e esclarecer questões relacionadas ao sexo, livre de preconceito e tabus. Antigamente e ainda hoje, falar sobre sexo provoca certos constrangimentos em algumas pessoas, mas o tema é de extrema importância, pois esclarece dúvidas sobre preservativos, DSTs, organismo masculino e feminino, anticoncepcionais e gravidez.
O objetivo principal da educação sexual é preparar os adolescentes para a vida sexual de forma segura, chamando-os à responsabilidade de cuidar de seu próprio corpo para que não ocorram situações futuras indesejadas, como a contração de uma doença ou uma gravidez precoce e indesejada. Infelizmente o ser humano tende a acreditar que o perigo sempre está ao lado de outras pessoas e que nada irá acontecer com ele mesmo, o que o coloca vulnerável a tais situações.
Os meios de comunicação, entre tantos outros que utilizam o sexo para chamar a atenção das pessoas, acabam por estimular e criar curiosidades precoces até em crianças, o que dificulta bastante o processo de conscientização e responsabilidade individual dessas sobre o assunto. Dessa forma, se torna cada vez mais importante ensinar os adolescentes quanto ao assunto, isso dentro de casa e nas instituições de ensino.
Uma adolescente que engravida nesse período de transição corpórea pode sofrer muitos problemas de saúde, como anemia, parto prematuro, vulnerabilidade a infecções, depressão pós-parto, hipertensão, inchaço, retenção de líquidos, eclampsia, convulsões e até mesmo a morte. Apesar de problemas fisiológicos, quando uma adolescente engravida, ela passa também por problemas psicológicos, pois a mudança de vida rápida exige grande adaptação e isso pode gerar conflitos, pois uma grande etapa de sua vida foi pulada.
Gilberto de Souza, Diretor da Cidade do Cérebro, nos apresenta neste breve vídeo a importância de aprendermos a mobilizar o Sistema de Autopreservação e Preservação da Espécie (SAPE), uma forma cientificamente comprovada para mudar comportamentos e atingir objetivos. O segredo está em aprendermos a descondicionar os padrões obsoletos e criar novas possibilidades